Posts Tagged ‘mulher’

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Totalmente diferente

17/03/2012

Há quem diga que todo homem é igual, que só muda o endereço, que homem é homem em qualquer lugar do mundo etc, mas posso afirmar que não é bem assim.

Em uma viagem ao Oriente Médio, conheci um cara, no mesmo dia em que eu aterrissei.

Eu sempre soube muito bem como é o comportamento dos árabes, por ser de família libanesa e por já ter namorado um cara daquelas bandas por um bom tempo, e comprovei minha teoria de que “eles gostam mesmo é de mulher”, assim que cheguei lá. Nunca fui tão olhada, tão cantada nem tão bem tratada na vida, por homens, como fui enquanto estive lá.

O gato trabalhava no primeiro lugar onde entrei. Foi paixão à primeira vista e acredito que de ambos os lados. Trocamos olhares e sorrisos por horas, conversamos e ele até cantou uma música linda pra mim, que dizia algo como “procurei em todas as pessoas do mundo alguém como você…”. Poderia parecer xaveco furado e eu até pensei que fosse, mas com o passar dos dias eu vi que era verdade.

Trocamos telefone e eu o convidei para sair alguns dias depois. Ele disse que não podia porque tinha um jogo com os amigos. Eu também não tinha todo o tempo do mundo, afinal, havia combinado de ir para uma balada com minhas amigas. Então ele foi até o hotel em que eu estava hospedada. Assim que ele chegou, eu notei que ele era mais novo que eu. No trabalho, ele usa roupa social e aparenta ser mais velho do que é. Eu estranhei e perguntei a idade dele. A resposta me deixou meio sem chão: 21 anos. Eu tenho 28 e nunca saí com um cara tão mais novo assim. Mas, como eu achava que aquilo tudo era fogo de palha e, como eu estava viajando e queria mais era aproveitar, tasquei-lhe um beijo, ali na calçada do hotel, quando ele disse: “vamos subir?“. Eu hesitei porque nem sabia se podia entrar com alguém no quarto, mas fui.

Só tínhamos meia hora até que minhas amigas chegassem para me buscar, então eu avancei o sinal. Fui com tudo pra cima do menino até que ele me barrou: “você está indo rápido demais!”. “Mas nós só temos meia hora! Temos que ser rápidos!”, eu disse. Ele insistiu que não queria daquele jeito e eu não me importei. Então, veio a surpresa:

– Você já fez isso antes?

– Claro! – respondi.

– É a minha primeira vez.

Entrei em choque por alguns minutos e fiquei sem saber o que fazer. Então, agi como um homem e disse: “tudo bem… só vamos fazer o que você quiser”. Sem mais detalhes da minha insistência em “desvirginar” o garoto, quando estávamos quase lá, ele falou que achava que não queria mais. Perguntei se ele tinha certeza e ele afirmou: “estou esperando a mulher da minha vida, a pessoa com quem eu vou me casar”. Eu respeitei. Vesti minha roupa e pedi desculpas por ter insistido. No fundo, eu sempre tive a fantasia de iniciar um rapaz na vida sexual mas, com ele, tinha que ser especial. Ele merecia. Assim como não foi pra mim, mas como eu sonhei que fosse.

Continuamos nos vendo até o dia da minha partida. Na última noite, depois de beijos e abraços apertados, a declaração: “Lu, eu gosto muito de você e nunca vou te esquecer. Promete que nunca vai se esquecer de mim?”. Eu prometi. Assim como prometi que voltaria para encontrá-lo. E que ele seria meu namorado e que eu seria a primeira mulher da vida dele.

Quando voltei para o Brasil, ficamos dias trocando mensagens pelo celular e pelo Facebook. Promessas, juras e frases como “tudo o que eu preciso é de você” chegavam de madrugada pra mim. Até indiretas daquelas que amamos, como “sinto sua falta” e “meu coração pertence a você” postadas aleatoriamente, em inglês (para que eu pudesse entender), no Facebook. Meu coração disparava a cada sinal de mensagem no telefone. E já era rotina olhar o mural do perfil dele para saber se tinha mais alguma declaração pra mim.

Com o passar do tempo, fui postando as fotos da viagem em meu perfil do Facebook. Postei tudo: as fotos das baladas, as fotos dos outros caras que conheci… e a foto dele comigo.

Minha amiga comentou: “mal sabe ele que você ficou com outros, né? Haha”. Pensei “ele nunca vai se ligar. Não tem nenhuma foto comprometedora. São todos meus ‘amigos’, ué!”. Mas, aí, a partir do dia em que postei as fotos, ele parou de responder minhas mensagens no celular. Como ele havia comentado que estava trocando de aparelho, achei que talvez ele não estivesse recebendo o que eu mandava. E não me importei.

Foi aniversário dele e eu deixei uma mensagem de parabéns em seu mural. Ele não respondeu, mas também não respondeu a ninguém mais. Alguns dias depois, uma garota comentou no meu post  na página dele: “aaaah, vocês combinam!”, em árabe. Fui responder e respondi errado. Ao invés de escrever “eu também acho”, escrevi “eu também” — que fique claro que eu não falo árabe. Ela, então, perguntou “você também o quê?” e, quando fui responder, eu havia sido excluída dos amigos dele.

Fiquei desesperada, sem entender o que estava acontecendo. Mandei um milhão de mensagens para ele e nada de resposta. No dia seguinte, ele postou, em árabe, no mural dele (que é aberto e eu ainda consigo ver): “Nessa vida, pessoas vêm e vão. Eu não machuco ninguém, nunca machuquei e hoje eu estou muito magoado. É melhor estar sozinho. Já me acostumei”. Uma amiga traduziu pra mim. E aquela garota estava lá nos comentários, dizendo “foi só mais uma, querido. Você vai ficar bem”. Meu coração se quebrou em pedacinhos.

#prontocaguei

Eu, que queria ser a pessoa mais especial da vida dele, acabei com toda a magia. Um garoto tão puro, tão amoroso, tão sincero, tão especial… Tentei me justificar, falei que aquilo foi antes de ficar com ele e que aqueles caras eram só amigos, que meu coração era dele etc etc etc, mas ele me ignora. Escrevo este texto com um grande nó em meu peito… Quando eu já pensava que não haviam meninos como ele no mundo, que todos os homens eram iguais e que eu deveria só me divertir… Acabei com tudo. E pra quê, né?

Beijo,

Lu

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Individualismo x Respeito

03/11/2011

Não sei quando foi que as pessoas deixaram de se importar em ferir as outras. Talvez eu ainda não fosse nascida quando esse péssimo hábito começou aos poucos e agora, no auge, eu continuo horrorizada, mesmo percebendo que a maioria já vê tal atitude como corriqueira.

Não vou entrar no mérito da traição, porque eu acredito que o conceito de fidelidade seja muito particular. Acho que, a partir do ponto em que há diálogo entre o casal e ambos curtem serem livres para estarem com outras pessoas, não há desrespeito, portanto não há traição. Além do mais, trair se trata de um extremo e não pretendo chegar tão longe com esse post.

Vou falar apenas de comportamento e do MEU (ficou claro que é MEU?) conceito de relacionamento. A partir daí vocês podem concordar comigo ou não.

Pra mim, relacionamento é compartilhar. Compartilhar sua vida, seus momentos bons e ruins, conquistas, fracassos, coisas, lugares, filmes, risadas e bobeirinhas que todo casal está cansado de saber e adora.

Porém há algo mais que é compartilhado em um relacionamento e pouca gente parece se dar conta disso: a imagem. Desde que você e seu namorado mudaram o status do facebook para “em um relacionamento sério”, a imagem de vocês dois está vinculada e é inevitável que o seu comportamento afete a imagem dele.

Explico. Se você é namorada carinhosa, meiga e fofa quando está com ele, mas quando sai com seus amigos fica dando mole pra um e outro, falando putaria como quando ainda era solteira e enche a cara até subir no balcão e começar a dançar kuduro, você está fazendo todo mundo achar que o seu namorado é um otário, que pensa que você se comporta do mesmo jeito que está com ele, quando sai sozinha. O mesmo tanto para os meninos. Fazer coisas que você não faria na frente dos seus parceiros, qualquer que seja o motivo, abre a oportunidade para que os outros pensem merda de vocês dois.

Daí vêm os individualistas de plantão e dizem: “Tô pouco me lixando pro que os outros pensam. Eu sei que não fiz nada de errado, minha consciência tá limpa. Isso é problema meu.”

Não, pequeno gafanhoto. Não é problema seu. Por que os outros acharem que você é babaca é problema seu mesmo e você tem todo o direito de ignorar a opinião alheia e viver sua vida como você bem entender. Mas agora o que você faz também prejudica a SUA namorada. A SUA namorada é que vai sair como a idiota, que não conhece o namorado que tem. O SEU namorado é que vai sair como o corno, que namora uma guria fácil, que dá em cima de todo mundo. A SUA namorada que vai ser a pobre coitada que namora um alcoólatra que só dá vexame e estraga a festa de todo mundo.

Em um relacionamento, o que você faz não afeta só você. Afeta a pessoa que te ama e que, espero eu, você também ame. Esse é o meu conceito de respeito e acho que não está tão longe assim do que é necessário para fazer duas pessoas viverem felizes juntas.
Ou você é daqueles que acham que respeitar seus caprichos é mais importante do que não ferir quem você ama?

Deka

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I’m too cool for you, anyway

26/10/2011

Alguém aqui já assistiu Scott Pilgrim Vs The World? A maioria dos que assistiram diria que é uma adaptação (muito boa, por sinal) de um quadrinho, para o cinema. Outros resenhariam a história de um rapazinho apaixonado que luta para conquistar a mulher dos seus sonhos. Eu diria outra coisa, totalmente diferente.

Eu diria que é a história de uma mulher bonita, legal e dedicada em busca do amor verdadeiro. E que, no fim, ela descobre ser melhor aguardar por alguém que mereça todo esse amor.

Feita esta introdução, vamos falar de mulheres.

Todos nós estamos cientes das diferenças entre os sexos e das dificuldades que homens e mulheres encontram para se adaptar às atitudes do parceiro que consideram irritantes. Porém algumas atitudes femininas são unanimidade geral de ambos os sexos, como coisa de mulher chata.

Ser mau-humorada, desanimada pra sair, chiliquenta, possessiva, melosa, invasora de privacidade, barbie frescurenta, cu doce, somos-somente-bons-amigos, chantagista e competitiva, só pra começar, são os campeões de reclamações.

O primeiro ponto a levar em consideração, é que é realmente difícil encontrar mulher que não carregue pelo menos uma dessas características, entre outras piores. Mas o segundo, que é o “xis” da questão neste texto, é que na maioria das vezes são justamente ESTAS mulheres que nunca estão solteiras. Quer dizer, aquelas garotas legais, que não ligam que o namorado saia de vez em quando para beber com os amigos, topam aquelas suas aventuras malucas, é fiel e dedicada, te apoia, resolve discussões como adulta e nunca compete com você, são as mesmas que os homens chamam pra tomar um chopp de vez em quando, mas se rolar algum envolvimento é uma vez apenas e depois já vêm com o famoso “não é você, sou eu” – isso quando alguém CHEGA nela, né?

E aí, a pobre coitada fica com aquela cara de onde foi que eu errei, sem entender porquê os homens não querem ter tudo aquilo que eles sempre descreveram como perfil da namorada perfeita.

Outro dia, conversando com algumas amigas sobre isso no twitter (todas elas lindas, inteligentes e LEGAIS), uma seguidora nos disse algo que entregou o segredo da vida, do universo e tudo mais: um amigo dela respondeu que prefere ter que lidar com um barraco de uma barbie que ter uma discussão séria com uma mulher inteligente. Ou seja: esta mulher ASSUSTA os homens.

Embora depois de uma quantidade considerável de relacionamentos falidos, este tipo de mulher tende a acreditar que o problema é com ela, na verdade não é. Hoje em dia, a maioria das pessoas não está pronta para um relacionamento duradouro. Ninguém quer se comprometer e se aprofundar em uma única pessoa.

O resultado é um festival de autosabotagem. Quantas vezes você mesma não preferiu se envolver com um cara problemático, porque no fundo, você sabia que se não desse certo, a justificativa seriam os problemas dele e não sua falta de dedicação à pessoa? Ter que aceitar defeitos, se adaptar às diferenças e buscar conhecer profundamente uma única pessoa, dá muito mais trabalho do que ter vários relacionamentos rasos, que se não der certo, você termina e parte pra outra.

Então qual é a solução? Virar uma problemática? De forma alguma. No fim, cabe a estas mulheres (e a estes homens) esperar até encontrarem um ao outro. Porque parece impossível, mas não é. E quando esta oportunidade surgir, esteja pronta para receber um homem de verdade, ou você pode acabar perdendo a chance de viver um grande amor, por puro medo.

Deka

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Por que pudor quando o assunto é sexo?

06/09/2011

Primeiramente, gostaria de dizer que este post é um divisor de águas. Mãe, quando a senhora ler as linhas abaixo, não julgue mal a filha que a senhora criou tão bem. Ainda continuo a mesma, mas com alguns aprendizados a mais. E que aprendizados, diga-se de passagem.

Em segundo, o assunto, como já ficou BEM claro, fugirá ao perfil romântico e poético do blog.

Não se assuste, caro leitor. Isso não significa que deixei de ser a Menina dos Olhos, romântica por natureza. E quem disse que romantismo não combina com sexo?

Por último, não sou uma conselheira sexual. Estou longe disso. Mas, vamos lá. A inspiração para esse devaneio veio de uma conversa que tive voltando para casa com dois amigos de trabalho, que de repente começou a ficar picante. Sexo em pauta: posições, tamanhos, calcinha molhada, e por aí vai. Um deles – homem por sinal – fala para mim algo mais ou menos assim:

− Se você não estivesse aqui, o assunto não estaria tão quente. Você nos inspira a falar de sexo!

Pronto, foi o bastante para me sentir uma depravada, piriguete, Ariadna, fogosa e adjacentes. Aí a amiga que estava dirigindo o carro de repente pergunta:

− Você já testou alguma posição exótica?

Aí torou a paca, conforme o dialeto turvanês. Senti-me a experiente, a sabe tudo, para não dizer uma profissional do sexo. Que vergonha fiquei de mim. Senta lá, Cláudia! Por que perguntar isso logo pra mim? Era mais fácil perguntar para o outro amigo, que com certeza, tem muita mais experiência de vida do que eu.

Confesso: eu peco por excesso. Não por falar demais, mas por não ter vergonha nenhuma de expor o que sinto com quem acho que mereça minha confiança. E se tem uma coisa na vida que eu tenho certeza atualmente é que eu gosto de sexo. Eu amo sexo. Gente, como sexo me faz bem. Quem não me conhece, vai se assustar. Quem convive, já tá cansado de saber disso, pois não tenho nenhum pudor em dizer, só para minha mãe, é claro.

Vai fingir que você também não gosta e talvez até mais do que eu? O que me intriga é o fato de as pessoas terem tanto medo de falar de uma das poucas coisas do mundo que nos fazem esquecer os nossos problemas, relaxar, ir ao céu, sentir-se satisfeito.

É claro que há pessoas e lugares certos para discutir a questão, mas quem disse que falar de sexo é fora dos padrões? Por que mulher deve expor suas intimidades só para as mulheres e os homens, só em clubes do bolinha? Pergunto mais: por que relacionar sexo só a pornografia, orgia, depravação, pobreza de espírito, falta de Deus, anti-religião, enfim, pecado? O mundo de hoje já não comporta tanta caretice.

Não acredito que Deus, em sua infinita sabedoria, teria nos permitido sentir algo tão maravilhoso, a ponto de ser inexplicável, para depois nos julgar como pecadores. E se não é pecado, erro, burrice, por que fingir que você não faz, que não tem desejos ou fantasias a serem realizadas?

Ter uma vida sexual ativa faz bem para saúde do corpo, mas principalmente, da alma. Como é bom sentir-se desejada, querida, e ao final de uma relação, ofegar como a demonstrar que aqueles últimos segundos foram ímpares. Claro que tudo requer uma dose de responsabilidade para não virar bagunça. Mesmo assim, uma aventura de vez em quando é muito bem-vinda, afinal, é possível aprender até com os erros.

Pode até parecer que as minhas palavras soem como falta de romantismo. Longe disso. Não nasci para ser amante. Fui criada para ser amada. E ainda espero encontrar aquela pessoa preparada para seguir comigo até o resto dessa vida. A cada dia que passo, sinto que o dia do encontro está mais próximo, isso se ele já não aconteceu sem que eu me atentasse para o fato. Vai saber.

Não pensei assim a vida inteira. Depois de uns certos tropeços, percebi que sexo, mesmo sem amor, pode ser mais que um prazer momentâneo. Pode se transformar numa lembrança inesquecível, seja com namorado, amigo, PA ou com aquela pessoa que você mal conhece.

Não tive muitas relações. Por mais incrível que possa parecer, sei exatamente com quantas pessoas cheguei a tal ponto de intimidade. Eternizei cada segundo, cada detalhe, cada gesto, cada olhar, cada toque. Não foi simplesmente ficar. Foi um ato para toda a vida.

Enfatizo: não tenho pudores para falar nada do que penso. Sempre acreditei que a sinceridade está entre as qualidades mais preciosas de uma pessoa. Posso até ser taxada de maliciosa, inconveniente, pervertida, foda-se. Quem me conhece sabe que, no fundo, sou uma menina sonhadora, de imaginação fértil e que não mede esforços para encontrar a felicidade e deixar feliz quem está à minha volta.

Se alguém que está lendo esse texto acha isso, por favor, seja corajoso o suficiente para chegar em mim e dizer que sexo não deve ser assunto de nossas conversas. Saberei entender perfeitamente. Caso o contrário, bem-vindo ao clube dos que acreditam que sexo é bem mais que uma busca por prazer. É uma necessidade.

P.S. Não me venham com depoimentos com propostas indecentes. Não é porque gosto de sexo que não seleciono.

Palavra da leitora

(Por Wanessa Almeidahttp://wanessadealmeida.blogspot.com/)

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#DiaDosNamoradosAMDI: Cante sua história de amor – Parte 3

01/06/2011

Já achou o seu amor nos posts anteriores? Não? Então talvez ele esteja neste aqui.

11. O amor determinado (One Day or Another – Blondie)

Eu te quero e vou ter, de um jeito ou de outro. Simples assim.

Veja a letra aqui.

12. O amor no time errado (Malchik Gay – t.A.T.u)

O cara é lindo, fofo, gentil, inteligente e até rico. Peraí… Tem alguma coisa errada… Ele é PERFEITO? Hum, bem…

Veja a letra aqui.

13. O amor perdido (Baby One More Time – Britney Spears)

Você já estava se sentindo dentro de uma comédia romântica, de tão bem que tudo estava indo. Só que tudo estava bem só pra você. De repente ele(a) se vai e te deixa ali, com cara de “ué”. Então é hora de mobilizar o colégio e ensaiar uma coreografia. Bom, pelo menos foi isso que a Britney fez:

Veja a letra aqui.

14. O amor casado (From This Moment On – Shania Twain)

Nem preciso explicar muito. Já se encontraram, se acertaram e agora pretendem dedicar a existência à felicidade mútua. Será que isso ainda existe?

Veja a letra aqui.

15. O amor casual (4ever – The Veronicas)

Você quer, ele quer, pra que ficar de cerimônia, né? Carpe Diem e que o amor seja eterno, até que o dia amanheça.

Veja a letra aqui.

Beijos!

Deka

Deka

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#DiaDosNamoradosAMDI: Cante sua história de amor – Parte 2

26/05/2011

Essa é a segunda parte da série que está musicando sua relação (ou não-relação, vai saber). Confira os outros tipo de amor que nós listamos:

6. O amor capitão Nascimento (Love the Way you Lie – Rihanna ft. Eminem)

Vulgo “maldição”. Os dois possuem uma capacidade incrível de se machucar o tempo todo e ainda assim permanecem presos um ao outro, por uma paixão auto-destrutiva.

Veja a letra aqui.

7. O amor safadinho (Mania de Você – Rita Lee)

Sabe quando você só consegue pensar na pessoa pelada? A maior parte das lembranças que você tem, vocês estão fazendo sexo? Então.

Veja a letra aqui.

8. O amor possessivo (Every breath you take – The Police)

O medo, a insegurança, a obsessão. O ciúme pode se tornar bem parecido com alguma doença psicológica e nos casos mais extremos, virar crime. A pior parte é que nesses casos o pior sempre acaba acontecendo e o que o ciumento mais temia se transforma em realidade: a perda da pessoa amada.

Veja a letra aqui.

9. O amor divertido (When I’m With You – Best Coast)

O mundo pode estar se acabando em fogo, a vida uma bosta, a chefe na TPM e os clientes com preguiça de responder seus e-mails. Mas esse casal, quando está junto, esquece de tudo isso e só se importam em aproveitar ao máximo o tempo que têm juntos.

Veja a letra aqui.

10. O amor urgente (Pratododia – O Teatro Mágico)

Aqui o destino, engraçadinho, aprontou das suas e colocou no caminho duas pessoas que se deram muito bem, mas por razões que não vêm ao caso, não podem engatar um relacionamento. Então tudo o que eles podem fazer é aproveitar o momento e seguir em frente.

Veja a letra aqui.

Estamos juntando tipos de amor dos leitores do blog, para o post que vai fechar a série. Mandem aqui, pelos comentários, ou para o nosso twitter @intencoes.

Deka

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#DiaDosNamoradosAMDI: Cante sua história de amor

18/05/2011

Está chegando aquela que, se não é a mais controversa data comemorativa da história do Universo, com certeza está bem classificada no ranking: o Dia dos Namorados. É controversa porque, enquanto casais apaixonados suspiram celebrando o seu amor ou se descabelam em busca do presente perfeito, os solteiros sentem mais forte aquela pontadinha de solidão que sempre bate, quando se encosta a cabeça no travesseiro e não tem ninguém pra fazer conchinha.

MÃS… como nem só de relacionamentos perfeitos viverá o homem, o dia dos namorados é mais do que a celebração dos casais felizes. Na humilde opinião desta escrevinhadora que vos fala, este também é o dia dos apaixonados.

E como toda história de amor que se preze tem sua trilha sonora, vamos listar aqui músicas que falam de todos os tipos de amor. Quem nunca teve a impressão de que aquela música foi feita para si?

1. O amor perfeito (Último Romance – Los Hermanos)

É aquele que só acontece com os outros. Que você sempre ouve falar que aconteceu quando ele(a) não estava mais esperando, chegou e ficou. Tudo é lindo, os dois combinam mais que pão e manteiga e já estão dando entrada no apartamento.

Veja a letra aqui.

2. O amor platônico (Apenas Mais Uma de Amor – Lulu Santos)

Quem nunca teve um amor que parecia tão impossível, que achou melhor deixar tudo como estava?

Veja a letra aqui.

3. O amor desapegado (A sua – Marisa Monte)

Você ama tanto aquela pessoa, que a deixa livre pra tomar as próprias decisões. Se ela se for, tudo bem, será feliz. É o que importa. Mas se ela ficar, o gosto do amor correspondido é inigualável.

Veja a letra aqui.

4. O amor desesperado (Bonnie Tyler – Total Eclipse of the Heart)

A paixão é tão sufocantemente forte, que você não está bem a não ser que esteja nos braços do alvo de seus desejos. A voz da Bonnie é perfeita pra transmitir isso e a dramaticidade do clipe é icônica.

Veja a letra aqui.

5. O amor à distância (Here without you – 3 doors down)

Em tempos de internet banda larga, mas sem a invenção do teletransportador, essa música já foi pano de fundo pra muitas crises de choro.

Veja a letra aqui.

Qual desses é o seu amor? Se não encontrou o seu aqui, comente com sua história que a gente o sonoriza pra você, no próximo post da série.

Beijos!

Deka

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Dois em um

10/02/2011

“No começo eram duas camas de solteiro. Só isso.

Então as medidas foram tiradas, estudou-se o que deveria ser mantido e o que estava sobrando, quais mudanças deveriam ser feitas para que tudo se encaixasse.

No fim, as duas se uniram em uma de casal”.

Essa foi a delicada metáfora de Jonathas de Andrade na obra “2 em 1” que está em exposição no Centro Cultural de São Paulo.

Descobri quando achei que uma volta por lá seria um bom programa para uma mulher sozinha num domingo boring, em Sampa.

A obra inclui uma sequência de fotografias dos marceneiros trabalhando nas camas, assim como os projetos impressos a laser no papel vegetal, então fica claro que a intenção deles é transformar as duas camas em uma. Dá pra ver uma parte dela no perfil do artista, na Galeria Vermelho.

Eu sempre costumo dizer que um relacionamento é compreender que o “eu” e o “você”, agora se tornou “nós”.

Se somos um casal, não pode haver predominância de nenhuma pessoa do singular. Agora somos dois (ou mais. Viva a diversidade!) e tudo deve ser pensado dessa forma. O que é melhor para “nós”?

Se o “eu” começa a predominar, afundamos a relação com as próprias mãos, por egoísmo. Se, pelo contrário, o “você” está em evidência, o mesmo acontece, porém por se auto-anular. A sutileza do pensamento, está em que dentro de “nós”, há “eu” E “você”. Sem perder a essência, de quem somos. Pois é, ninguém disse que seria fácil.

Porém a bandeira da individualidade foi erguida. Eu sou mais eu e se você não gostou, a porta é serventia da casa. Passe a vez, porque a fila anda.

Mas e o sentimento? É simplesmente ignorado? Porque em vez de bater o pé pra manter o mesmo “eu sou assim” de sempre, não tentar compreender o lado do parceiro e ceder um pouco? Vai chegar o momento em que ele também precisará fazer o mesmo, por você.

Não adianta achar que é só amarrar uma cama na outra, que já se tem uma de casal. É preciso cortar o estrado, reformar as laterais e cabeceiras, para que não fique um vão separando os dois lados.

Se são duas pessoas diferentes, que se gostam e querem ficar juntas, algumas adaptações terão que ser feitas. Porém elas serão uma cama de casal? Nunca. Nunca serão uma cama que foi originalmente desenvolvida para ser de casal. Elas sempre trarão suas essências de cama de solteiro.

É preciso conhecer a tênue linha do limite e não se perder no meio do caminho, ou não reconheceremos mais aquela pessoa por quem nos apaixonamos.

Pois é. Ninguém disse que seria fácil.

Deka

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Eu só quero ele de volta…

20/01/2011
Essa semana, um amigo recorreu desesperado à tia Deka: “Você que é mais velha que eu (tá, me senti acabada, nessa hora), pode me ajudar?”
O problema dele era dos bem complicados. Pra facilitar, vamos chamá-lo de Marcos.
Marcos namorou um garota (vamos chamá-la de Júlia) que, com o tempo, foi se mostrando bastante problemática. O afastou de todos os amigos, tinha crises de possessividade, queria monopolizar a atenção dele, criou desentendimentos entre ele e a família, ou seja: O Horror!
Imaginem que, Júlia o prejudicou de tal forma, que depois do término ele começou a fazer terapia pra recuperar o que havia perdido com ela.
Acontece que as pessoas mudam, amadurecem e se dão conta da burrada que fizeram. E foi exatamente o que aconteceu com ela.
O motivo do desespero DELE, é que agora que Júlia se deu conta de que ainda o ama e o quer, liga na casa dele, manda e-mail, stalkeia na internet e insiste numa conversa que Marcos não quer ter, porque ela está plenamente convencida de que ele ainda a ama, mas nega por ter medo de sofrer tudo de novo.
Acontece que o rapaz já superou o sentimento. Ele não a quer mais, nem como amiga. Não aguenta mais a guria pegando no pé dele e pediu que eu o aconselhasse uma maneira de fazê-la compreender isso de uma vez por todas.
E aí? O que eu poderia dizer ao Marcos? Ele já tentou todas as formas de dizer que não quer nada com ela. Disse gentilmente, disse claramente, ignorou, foi grosso, tentou bloquear, mas ela continua insistindo.
Eu não soube o que dizer a ele. Por que o problema não é o Marcos. É dela! Ela que precisa se tocar que acabou.
Todas nós estamos sujeitas a este tipo de mal entendido. Acreditamos tanto no “poder do amor”, que começamos a iludir a nós mesmas, correndo não só o risco de cair no ridículo, mas pior: de mancharmos totalmente nossa imagem com o amado. E isso não é nem de longe o que queremos, não é?
Não tenho dicas de “Como trazer seu namorado de volta em 3 dias”, mas é bom a gente saber o que pode estar se passando pela cabeça da outra pessoa. Às vezes, deixar tudo como está e cada um seguir sua vida é a melhor solução para todos os envolvidos. Deixar o moço livre e tentar esquecê-lo, pode até mesmo ter resultados supreendentes.
Todo mundo aqui tem a melhor das intenções, mas infelizmente, de boas intenções, o inferno está cheio.
Deka
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É o fim. E depois?

10/01/2011

Era uma vez um príncipe e uma princesa. Eles se conheceram no baile, se apaixonaram, juraram amor eterno sob o luar. Mas após o beijo ele virou sapo e ela abóbora. Daí acharam melhor terminar. E aí? O que acontece depois?
Eu costumo brincar que as mulheres passam por algumas fases após um término.

1. Anestesia: Sabe que tá mal, mas não consegue sentir nada por um período.
2. Fim do mundo: É quando a realidade desaba na cabeça dela e nada mais importa.
3. Baranga: O problema era ela. Tava gorda, tava feia, era ruim de cama, reclamou demais, conversou de menos, cozinhava mal.
4. Maldito: O problema era ele. Me enganou, me iludiu, falou muito e fez pouco, tinha outra, nunca me entendeu.
5. Rehab: Período sabático pra meditação, revisão de conceitos e começar a volta por cima.
6. Festa: Finalmente acabou o luto e ela vai atrás das amigas pra voltar a viver.

Já o homem só tem duas:

1. Anestesia: Sabe que tá mal, mas não consegue sentir nada por um período.
2. TÔSOLTEIROCAMBADABORABEBÊ!!!!!!!!

É claro que estou generalizando. Mas o que realmente acontece, é que as mulheres sofrem todo o período de luto depois de um rompimento e só então retomam as atividades normais, enquanto os boys fogem disso como o diabo da cruz.

Sem determinar certos e errados, porém analisando profundamente, as mulheres amargam a derrota até superá-la, sendo que os meninos até podem fugir, mas mais cedo ou mais tarde a dor vai dar o ar da graça, talvez naqueles minutinhos que precedem o sono, ou durante o banho, que é a hora que todo mundo se sente livre pra chorar. E quando você foge de algo, você não o está enfrentando. Isso pode fazer com que você sofra mais, sim. E em silêncio o que é pior ainda. Ou seja: ambos sofrem, mas os rapazes ainda podem sofrer mais do que a gente.

Eu passo por todas aquelas etapas acima, mas desenvolvi minhas próprias técnicas pra minimizar a dor.

Eu não gosto de ficar terminando e voltando relacionamento. Fiz isso uma vez e aprendi a lição. Então a primeira coisa que eu faço quando vejo que não tem mais jeito, é cortar toda e qualquer forma de contato entre nós. Admiro quem tem a capacidade de terminar e continuar amigo de ex. Eu não consigo. Dói demais, além de ser um prato cheio pra indiretinhas de ambas as partes, já que intimidade é um troço meio irreversível. Também não é fácil cortar o contato, mas isso é meio como depilação: tem que puxar de uma vez, pra dor ser uma só.

Depois disso, eu sigo o 11º mandamento: “Não stalkearás.” E esse é o mais difícil. Mulher é bicho curioso e fuçadora de vida alheia por natureza. Quando se trata de ex, então, é o horror. Mas controlo o máximo que consigo e quando não consigo controlo mais um pouco, pra não fuçar perfis online dele. Porque certamente ele estará no estágio dois e eu vou ficar mal porque gostaria que ele estivesse na lama que nem eu, e ele não tá. Fundo do poço, na certa.

Terceiro passo: Tiro do iPod todas as músicas que faziam parte da nossa trilha sonora. Sempre tenho problemas nessa parte, porque eu tenho mania de gerar praticamente uma discografia quando me apaixono, então é certo que vai embora mais da metade da minha playlist. Mas é necessário, já que música é uma coisinha terrível pra te fazer ter crise de choro no meio do metrô lotado.

Por fim, tento fazer coisas diferentes do que estou acostumada e pra isso, normalmente escolho as companhias a dedo: amigos divertidos e animados, que vão me fazer rir de mais e perguntas de menos. É bom pra controlar um pouco as lembranças, porque elas sempre vêm e são invariavelmente impiedosas. Comprar roupas, cortar o cabelo e assistir a uma comédia sozinha no cinema, entram pra lista de paliativos pra momentos difíceis.

É claro que não dá pra simplesmente apagar tudo o que aconteceu, mesmo porque a gente vive repetindo aqui que tudo é experiência e se existisse uma borracha mental, ser humano nenhum seria capaz de amadurecer. Essa é a hora em que eu dou livre curso pras lembranças, tenho longas e abençoadas crises de choro, repenso tudo o que houve de bom e ruim no namoro e tento guardar somente os aprendizados e as boas lembranças.

Confesso que às vezes a coisa foi tão feia, que boa lembrança nenhuma resiste à filhadaputagem do indivíduo. Mas eu me sinto melhor quando tento perdoá-lo pra mim mesma, ou até quando admito que a culpa foi minha. O fim de um amor é sempre triste, não importa o tempo, envolvimento ou intensidade. E talvez por isso mesmo nós lutamos para equilibrar o sofrimento com a recuperação.

Compartilhei com vocês a minha “técnica”, mais para provocar uma reflexão sobre esse assunto que todo mundo evita pensar. Porém mais cedo ou mais tarde (de preferência, mais tarde) teremos que lidar com isso, então por que não pensar agora, que estamos de cabeça fria?

E você? Como age quando termina um relacionamento?

Deka

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