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#DiaDosNamoradosAMDI: Resultado da promoção Tiger Robocop

03/06/2011

Como prometido, fizemos o sorteio dos VIPs para a 3ª Edição da Tiger Robocop, que acontece neste sábado, 4 de junho, no Dynamite Pub (R. 13 de Maio, nº 363 – Bixiga), em São Paulo.

O post teve 7 comentários (ninguém quer arrumar um namorado, é? :P ), e o número sorteado foi o 5.

Portanto, quem ganhou o par de VIPs para a festa foi a Débora Escobar!

Parabéns, Débora!

Nos vemos amanhã na Tiger Robocop!

Obrigada a todos pela participação!

Beijos,

Lu

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#DiaDosNamoradosAMDI: Promoção para os solteiros!

31/05/2011

Alô, gente solteira do meu Brasil!

O #AMDI ganhou um par de VIPs para a 3ª Edição da Tiger Robocop. a festa mais badalada de São Paulo (pelo menos entre a galera da internet!) — que toca o melhor (e o pior) dos anos 90 — e vai dá-los a você, querido leitor!

Falta pouco para o Dia dos Namorados, mas ainda dá tempo de arrumar um cobertor de orelha, um chinelo velho pro pé cansado, a metade da laranja, a alma-gêmea, bate coração

Veja quanta gente já confirmou presença na página do evento no Facebook. Eu fui à primeira edição e bombou! Encontrei toda a gente linda, interessante, de vida inteligente na madrugada — #gentediferenciada mesmo! — em clima de paquera e descontração, que eu já conhecia do Twitter.

A Tiger Robocop acontecerá no sábado, 4 de junho, no Dynamite Pub (R. 13 de Maio, nº 363 – Bixiga), em São Paulo, portanto, a promoção só é válida pra quem mora (ou estiver) na capital paulista.

Para participar:

Deixe um comentário neste post, com seu nome e email certinho (o email não será publicado!), dizendo “Quero arrumar um(a) namorado(a) na Tiger Robocop!”.

Se você já tiver um(a) namorado(a) e quiser participar da festa, pode comentar “Quero ser VIP na Tiger Robocop!”, tá? ;)

Sortearemos os VIPs na sexta-feira, às 11h. Enviaremos um email na mesma hora para o vencedor, que terá até às 17h da sexta para confirmar que recebeu. Caso o vencedor não responda, sortearemos de novo.

Obs: Haverá somente um ganhador. Não será necessário retirar os convites, pois os nomes estarão na lista, na entrada da festa.

E aí? Tá esperando o quê?

Boa sorte!

Beijos,

Lu

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Ano novo, vida nova

30/12/2009

Eu estava triste porque não poderia passar a virada do ano com o meu então namorado, já que o gato não teria férias e trabalharia até a véspera do ano novo. Sendo assim, viajei para um sítio no interior com uma amiga de infância, meu primo e uns amigos dele.

Passamos a semana fazendo churrasco, curtindo a piscina, até que chegara o tão esperado 31 de dezembro. Cerveja após cerveja, peguei o telefone e não hesitei:

– Bofe! Sai desse trabalho aí e vem logo pra cá! Se vc não vier, não quero mais saber de você! – gritei.

O coitadinho nem sabia o que responder. É óbvio que ele não poderia largar o trabalho assim. Mas, “alegrinha” como eu já estava, quis fazer um drama.

Voltei para a piscina e continuei na cervejada com o pessoal. Veio a noite, nós entramos e nos arrumamos para a virada do ano. Lá pelas 21h, estávamos todos na sala, assistindo televisão, quando olho para a porta e dou de cara com meu bofe, todo bonitinho, com um sorriso no rosto.

Corri para abraçá-lo e enchê-lo de beijos. Eu mal conseguia acreditar que ele estava alí!

Fomos para o salão de festas do sítio e começamos nossa festa de Reveillón. Bebida pra lá, bebida pra cá, vinho pra lá, champanhe pra cá, whisky, energético, cerveja, vodka… Todo mundo chapando e meu bofe na Coca-Cola. Ele não bebia de jeito algum e começou a olhar feio pra mim.

Depois da meia-noite, resolvemos cair na noite, em uma balada ali perto.

– Lu, pare de beber. Sério, tô te pedindo.

Ignorei e comecei a “causar” com a minha amiga. Dançavamos sem parar, feito duas loucas, e o bofe só olhando de longe. Ele já havia pedido para eu parar umas 480 vezes e eu só respondia:

– Ah, não enche! Bebe você também!

Então, na pista, um cara chegou em mim. Em vez de eu dar um “chega pra lá” no dito cujo, continuei dançando e gargalhando com a Dani. Quando olhei para o canto onde o namorado estava… cadê o bofe? Aí me desesperei! Saí correndo para o caixa para ver se dava tempo de alcançá-lo. Ele estava pagando a comanda. Furei a fila, grudei nele, paguei a minha comanda e fui correndo atrás dele pelo estacionamento. Aquele escândalo bonito: eu gritando “me espera!” e ele me ignorando.

#prontocaguei

O cara era todo certinho, todo fofo e eu, por uma bobagem idiota de querer “curtir” a noite, estraguei tudo. Entrei no carro com ele, chorei, implorei por desculpas e ele, MUDO. Dormimos no sítio, ele em uma cama, eu em outra. Voltamos para São Paulo, no dia seguinte, e ele me deixou em casa, sem trocar uma palavra comigo. Só nos falamos no dia 2 de janeiro, quando ele decidiu terminar o namoro.

E aí? Valeu a pena “curtir” o Reveillón assim? Óbvio que não.

Lu

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Barrados no Baile

18/10/2009

LeitoraAndei durante muitos anos em um grupo estilo “Barrados no Baile”, sabe? O grupo era enorme, cada hora com mais agregados. Rolava uma renovação, por assim dizer, e com isso, todo mundo ficava com todo mundo. Dava para brincar de análise combinatória de casais. Claro que havia namoros sérios por ali e rolava respeito. Eu mesma namorei por dois anos com um menino desse grupo.

A coisa era bem aberta mesmo. Mas as histórias – ainda bem – nunca saíram de dentro do grupo. Morria ali. E vivíamos em festas, churrascos, jogos de RPG e tudo o mais que a criatividade, o tempo e os espaços nos permitiam.

Eu lembro de um menino que tinha o apelido de Pizza porque era fácil e rápido, sabe como? Todas ficavam com ele, nem que fosse para reclamar depois. E os meninos vinham com ficha completa, todos os detalhes à mão. Isto quando não rolava uma mesa redonda feminina para falar de fulano ou cicrano.

Um dia era aniversário de uma das minhas melhores amigas. Festinha em um bar mexicano. Mesa enorme, falatório. Sentei e comecei a ver quem estava por ali. Claro que quando vem uma situação constrangedora você sempre está na cadeira do meio da mesa, né? Murphy ajuda à beça! Então, a minha frente estava o menino que eu namorei aos 16 anos. E, depois em volta, comecei a olhar… Bem… Eu tinha ficado com a fileira que estava do outro lado inteira. Sem exceções. Ok, não eram tantos. Uns 6. Mas o suficiente para eu me sentir no corredor polonês da inquisição pós pegação. E por que estavam todos juntos ali, na fila na minha frente? Murphy. Só ele explicaria. Gaiato, bandido.

Pensei que pudesse passar por essa batida. Até que esse meu ex dos 16 anos começou a olhar em volta. E nessa hora eu tive ódio de ser amiga e de manter boa relação com praticamente todos os meninos que fiquei ou namorei. Ele olhou a volta e disse:

– Péra aí! Você já ficou com todos dessa fileira?

E eu querendo arrumar um buraco para me esconder:

– Já…

Por sorte ninguém estava prestando atenção à nossa conversa. Ufa. Ele riu. Eu ri. E estufei o peito. A pessoa tem de assumir a própria conduta, né? Na boa, não havia nada para me envergonhar e postura é tudo.

Palavra da leitora

Andrea

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