Arquivos para a Categoria ‘Renata Prado’

h1

#DiaDosNamoradosAMDI: Vá para a cozinha

30/05/2011

Um bom jantar a dois é sempre a melhor opção para um ótimo Dia dos Namorados. A escolha de um bom restaurante mostra que o outro foi interessado o bastante pra te levar a um lugar legal e é indício de uma noite agradabilíssima. O grande problema do Dia dos Namorados é que tudo fica super concorrido e lotado, e a chance de sair chateado nesse dia, que deveria ser especial, é grande.

Com um pouco de originalidade e criatividade dá pra resolver esse problema de forma bem simples: ficando em casa. Se um dos dois mora sozinho, que tal organizar um jantar romântico e super intimista, com a cara de vocês dois? Você pode preparar o jantar, encomendar semi-pronto e dar o seu toque especial, ou então o que eu acho mais divertido: cozinharem juntos. A comida, por ser uma necessidade tão visceral e presente, acaba por nos aproximar e criar intimidade. Prova disso é quanto mais íntimos somos de nossos pares, menos vergonha temos de comer na frente da pessoa.

Seja qual for a sua escolha, abaixo uma lista de ingredientes que integram receitas super simples e que têm (diz a lenda), efeito afrodisíaco:

- Mel;

- Gengibre;

- Pimenta;

- Cenoura;

- Ovo de codorna;

- Chocolate;

- Manjericão;

- Abacate.

Aqui você encontra uma lista desses e outros alimentos e seu efeito no organismo. Seja qual for a sua escolha, aproveite para transformar o momento em algo único e íntimo. Não se esqueça da decoração especial, música adequada e figurino matador. Com certeza será uma noite inesquecível!

h1

Dica de livro: sugestões de lugares pra você transar

22/03/2011

Acho que não é algo em que muitas pessoas pensam, correto? Ou, se pensam, talvez falte “criatividade”. Esse post talvez ajude. No meu aniversário ganhei o livro “101 lugares pra fazer sexo antes de morrer” do querido amigo @vinnysacramento (na verdade ganhei dele e outro igual do @fe_quirino, mas como o segundo mora na mesma cidade que eu, foi mais fácil trocar o segundo), e ele é no mínimo divertido.

O livro lista vários lugares, alguns simples como “em cima de uma máquina de lavar roupa”, outros razoáveis como “cachoeira” e ainda alguns que parecem impossíveis pros pobres mortais como “cobertura em Las Vegas”. Funciona como uma espécie de diário, com uma página de observação sobre o lugar, e os campos pra você preencher com suas próprias observações.

São listados ainda para cada lugar fatores como habilidade motora requerida, risco de ser pego no ato, risco de ser preso, necessidade de possível suborno e outros.

Mais que uma leitura, o livro é uma brincadeira despretensiosa e que, com certeza, será super útil para o casal apimentar a relação. Mas se você não está num relacionamento fixo que nem eu, também não tem problema, vez ou outra aparecem uns bofes que valem a pena o esforço, não? ;) Só nunca se esqueça da camisinha!

O melhor da brincadeira é que o livro custa baratinho. Compare os preços aqui.

Beijos!

h1

Pode ficar por educação?

08/02/2011

Muitas vezes a gente se deixa levar, não é mesmo? Um gatinho chega em você, você não tá fazendo nada, fica com ele, mas depois bate um arrependimento. Ele quer continuar com você, mas você não quer mais. Às vezes por conta de uma amizade pré-existente ou, até mesmo, vergonha de dar um fora, você vai empurrando com a barriga. Nada agradável.

Já aconteceu comigo e, em uma delas, eu tenho hoje vergonha de admitir que empurrei com a barriga. Fui meio que encurralada numa festa, passando o fim de semana no interior. Na hora me deixei levar e fiquei. No dia foi bom e gostoso, mas eu acordei achando que tinha sido o suficiente. No outro dia, pra minha surpresa, o amigo queria de novo ficar comigo. A minha lógica foi a seguinte: era apenas um fim de semana e logo eu estaria livre, então, pra que criar uma situação chata? Continuei com o amigo o resto do fim de semana.

Mas acabou não sendo legal fazer isso por vários motivos: primeiro, eu acabei não sendo tão legal com o cara quanto poderia ter sido. Não fui carinhosa o bastante e, mesmo que ele não tenha sabido, eu o enganei. Esse é um sentimento ruim pra carregar. Segundo, foi ruim pra mim: de repente todo o meu fim de semana de diversão se tornou em tramóias íntimas pra poder despistar o cidadão que, nesses casos, vai atrás de você com a avidez inversamente proporcional à sua vontade de estar com ele. A situação piora quando surge uma terceira pessoa, com quem você, de repente, percebe que tem tudo a ver e surge um interesse mútuo mas… você não pode aproveitar porque já ficou com outro. Aí a sensação de arrependimento bate ainda mais forte.

A lição que dá pra levar desse tipo de experiência é a velha conhecida: vale sempre mais a pena dizer a verdade. Ninguém é perfeito e ninguém está livre de cometer erros ou se arrepender de suas ações. No meu caso, teria me poupado de um fim de semana que acabou sendo arrastado e ruim e me impediu de conhecer melhor uma pessoa com quem de repente eu me daria muito bem. Realmente tem coisas que não valem a pena a gente fazer apenas por educação.

Beijos!

h1

Imagine de menos, saiba de mais

01/02/2011

Taí uma coisa que eu aposto que já aconteceu com quase todo mundo: você fica com uma pessoa, é legal. Pausa pra ir no banheiro, pegar uma bebida, ou qualquer coisa que te tire de perto da pessoa. Aí, na volta, você fica um pouco na rodinha dos seus amigos e o sujeito, de longe, do nada, passa a agir super estranho. Vocês se olham mas, de repente, se instaura um clima de frieza sem explicação aparente e, muitas vezes, a coisa desanda.

Já aconteceu comigo e, na passagem do último ano, vi acontecer com duas pessoas, amigos de amigos meus. O casal se conheceu, flertou, ficou. Pareceu legal, aqueles casais que você olha de longe e pensa como ficaram bonitinhos juntos. No fim da festa, chegaram uns outros amigos da moça enquanto o moço foi ao banheiro. Na volta, ele viu a moça conversando com os amigos e se afastou. Ficaram se olhando mas ninguém fez nada.

Eu, que ultimamente ando surtada com uma onda de sinceridade e não deixar as coisas passarem batidas, perguntei pra moça: “por que o fulano tá ali afastado e não aqui com você?”. Ela respondeu que não sabia e que não iria atrás porque já tinha ido atrás uma vez. Tipo, esgotou a cota. Tentei deixar pra lá e fui sentar no meu canto até a hora de ir embora. Na saída, não aguentei. Cheguei no moço e perguntei: “cara, você não quer ficar com fulana mais não?”. Ele disse que sim, mas que ela estava com outro. Perguntei: “que outro?”. Ele me indicou o amigo dela que chegou depois. Expliquei que o cara era apenas um amigo e dissertei sobre o sujeito que imagina coisas que não existem. Falei que se ele estava a fim, que chegasse nela e desse um abraço, um beijo, marcasse seu território e fizesse o que tava com vontade. Ele me agradeceu e eu fui embora sem ver o que aconteceu.

De qualquer forma isso me rendeu essa reflexão: por que ao invés de perguntar e falar sobre os nossos desejos e sentimentos, a gente imagina tanto? “Fulano está a fim de mim”, quando na verdade ele não quer mais nada, só não teve coragem de contar e está sendo educado. Sim, claro que é difícil se expor. Mas a meu ver, fantasiando ou dizendo a verdade, as chances de ganhar e perder são iguais. Lembro-me de uma viagem que fiz e, nela, eu deveria conhecer um cara. Nas nossas conversas anteriores pela internet, eu já romantizada, ele me disse com muito jeito: não crie expectativas de romance. Nosso relacionamento vai se restringir a um fim de semana de curtição e depois só vai sobrar amizade. Na hora foi chato, mas depois acabei aproveitando muito melhor. E somos até hoje amigos.

Fica essa interrogação então: é melhor sonhar, fantasiar, esconder-se atrás de suposições e ter medo de perguntar? Ou é mais vantojoso ser direto, dizer o que se realmente pensa, uma verdade que, na hora pode ser difícil, mas é a melhor opção? Eu tenho optado pela segunda alternativa e, garanto, tenho me sentido mais protegida.

Beijos!

h1

É hoje!

22/09/2010

*A história abaixo é verídica e aconteceu comigo. Esse texto acabou surgindo de um email inspirado que escrevi pra uma amiga narrando a situação. O fim da história, fico só eu sabendo. :)

Hoje acordei com um objetivo na cabeça: não posso ir dormir sem sexo. Homem, mulher, o que for, preciso transar hoje. Vim para o trabalho e, logo que abri o MSN, fui atrás das vítimas. A primeira, um amigo do meu primo que conheço há anos, que sempre quis ficar comigo e eu tinha a certeza de que não recusaria um convite pra sair, já me gelou. Tá namorando.

Já um pouco preocupada em não cumprir a promessa, fui pra segunda vítima, um garotão 6 anos mais novo, ex-colega de trabalho com quem troquei uns beijos e ficou um sabor de quero mais há algumas semanas. Puxei papo, perguntei se ele tinha compromisso hoje depois das 22h. Ele disse que não e perguntou o que ia rolar. A caminho da resposta trivial “ah, vamos sair, beber alguma coisa, conversar”, parei e pensei. Eu quero é sexo, porra! Não quero conversar. Quero abrir a porta, falar oi e já partir pro ataque. Se der, a gente conversa depois.

Neste 1 segundo que parei de escrever para ter esse pensamento, mudei de idéia e redigi a frase: “O que vai rolar? Amasso aqui em casa”. Exclamação, confirmação, informei o endereço. Hoje, depois das 22h, vai ter e vai valer a ousadia.

h1

Liberte-se!

11/08/2010

Uma das verdades sobre mim é que na hora de flertar eu sou muito tímida. Dou conselhos particularmente bons e pareço conhecer alguns segredos da conquista. Mas, como de costume, quando chega a minha vez tudo se perde. Eu fico boba, quente, corada e não consigo nem sair do lugar. A coisa mais difícil é eu sair do meu canto pra dar em cima de alguém. Ultimamente, a coisa piorou a ponto de eu não conseguir nem encarar uma pessoa por alguns segundos.

A minha teoria pra isso é que eu me tornei uma dessas pessoas que tem pavor de fora. Olhando pra dentro, a impressão que dá é que tomar um fora é contar pro mundo todo que eu não tenho mais 18 anos, não estou tão bonita, enxuta e à disposição como já estive um dia. E é também constatar uma triste realidade: com esse tanto de mulher novinha e bonitinha circulando, vai ser difícil alguém se interessar por mim. Caraminholas da minha cabeça? Pode até ser, mas quando tomo um fora é exatamente assim que penso.

Aí que esses dias num vôo de volta pra Goiânia aconteceu o que nunca tinha acontecido antes: um cara muito lindo sentou-se ao meu lado. Muito simpático também. E cheiroso. Resumindo: vim a viagem inteira pensando que eu deveria falar com o cara, convidá-lo pra um café. Até esqueci o meu pavor de avião. Nisso tudo, eu refleti e cheguei a uma conclusão: preciso arriscar mais. Não há como crescer e evoluir sem arriscar, e errar o alvo faz parte disso. Na linguagem do amor, tomar foras faz parte de crescer.

Foi a coisa mais difícil que fiz na semana e, depois de muito ensaio e suor na palma da mão, puxei papo com o cara. A conversa fluiu agradável e fácil. Convidei-o, então, para um capuccino, claro, perguntando antes se ele já não era comprometido. Infelizmente ele tinha namorada, que inclusive o esperava no aeroporto. Foi uma pena, mas valeu absolutamente pela sensação de liberdade que eu senti. Eu tomei novamente as rédeas dos meus desejos e vontades para mim. Foi tão maravilhosa a sensação que, no fim, o que menos importou foi o fora que eu tomei (mesmo depois de dispensar meu convite, continuamos com o bate-papo agradável até pegarmos as malas na esteira).

E desse dia pra cá eu tenho estado assim, mais ousada. Lanço mais olhares, flerto mais, me solto mais. E os frutos colhidos tem sido ótimos, nem tanto em termos de ficar com outras pessoas (saio pouco e ainda tô naquela fase de achar que homem é a última coisa que preciso), mas pra mim mesma. Me sinto mais bonita, percebo que as pessoas olham mais pra mim. A confiança em si mesmo automaticamente volta os olhares pra você.

Quis dividir isso porque já percebi que muitas pessoas que nos visitam aqui no blog estão com a autoestima afetada, muitas vezes por pessoas que não as valorizaram como deveriam. Fica o recado: acreditem em vocês, libertem-se e os frutos virão. Se alguma coisa sair fora dos planos, não criemos pânico: acontece, e é só errando que a gente aprende a fazer certo.

Beijo!

h1

Mulheres dependentes

07/07/2010

Uma amiga separou-se há poucos meses, e menos de duas semanas após, estava namorando de novo. Com  filhos pequenos e um complicado e doloroso processo de separação, eu já não via isso indo muito longe, mas fiquei quieta. Como previ, há algumas semanas o namoro terminou, e a amiga estava um caco, nunca vi uma pessoa em tão grande estado de deprê. Saí de férias, viajei e, no último fim de semana, a amiga já estava me convidando pra sair e paquerar. Ela mesma admite que não dá conta de ficar sem homem.

Ultimamente, tenho reparado em casos assim, de mulheres que parecem não saber viver sem um homem ao lado e isso me incomoda bastante. Não sou a pessoa mais experiente do mundo e, pra falar a verdade, nos últimos 8 anos passei no máximo 1 ano solteira, então não sou a pessoa mais carente do mundo. Mesmo assim, não consigo pensar que a minha felicidade e o meu bom humor dependerão necessariamente de uma companhia do sexo oposto.

Parece uma praga: amigas só falam de seus rolos e namorados, a seção de auto-ajuda da livraria só parece ter coisa do tipo “Como fisgar seu macho” e até aquela conversa alheia que a gente ouve sem querer almoçando na mesa ao lado do shopping, tudo parece ter apenas esse foco. Quando foi que as coisas ficaram assim? Penso que talvez seja a idade. As meninas da minha faixa etária que estão solteiras começam a ficar com medo de não terem namorado nunca mais na vida. As comprometidas querem fazer o que podem e o que não podem para segurar os seus.

Não sei também se é a minha fase, mas estou muito zen quanto a isso. Pela primeira vez em meses, não estou apaixonada ou interessada em alguém. Não me incomoda nem um pouco o fato de ter passado mais de três meses sem nem dar um beijo em alguém, e a última coisa que eu acho que vai me fazer feliz no mundo é um casamento. Mas não é apenas a minha situação especificamente.

Cadê a graça que tinha um encontro de amigas pra jantar e falar de sapatos, maquiagem, falar mal da vizinha. Sinto falta das discussões sobre livros, filmes, aquela briga com seu amigo que insiste em dizer que vinho seco é melhor (vinho bom é vinho de pobre, bem doce!)? Onde foram parar os planos pro futuro, pra carreira? Quem disse que pra brilhar, a gente precisa obrigatoriamente de um macho do lado?

Pode até parecer, mas acredito que esse post não seja contraditório à filosofia do blog. O que eu quis aqui foi só uma tentativa de fazer com que nossas leitoras e leitores parem e pensem um pouco, que por mais fracassados (ou felizes) que sejam seus relacionamentos, existe uma vida inteira além disso. Estamos deixando de valorizar o contato com amigos e família, e passamos a atribuir a culpa de todos os nossos problemas à “cabeça confusa por falta de homem”. Que tal pensarmos um pouco nisso?

Beijos!

h1

Tem que ter coragem!

21/06/2010

Meu último relacionamento longo terminou há não muito tempo e durou mais de quatro anos. Inclusive, quando comecei a ler o AMDI ainda namorava, e nunca imaginei que esta história fosse estar aqui um dia. Éramos o casal perfeito, na minha cabeça, na dele e na de quem nos conhecia. Todos diziam que éramos feitos um para o outro e, ainda hoje encontro um ou outro desavisado do término, que sempre reage com incredulidade.

E mesmo nas poucas vezes em que eu pensei em término, sempre achei que seria uma atitude madura, respeitosa e amigável. Achei que seríamos como Ross e Rachel, de Friends, que viraram melhores amigos depois de terminar. Acontece que não foi bem assim e as coisas tomaram um rumo completamente oposto, por causa de um detalhezinho: coragem (ou a falta dela).

Para resumir, depois de alguns meses de término eu quis tentar de novo porque, pra mim, continuávamos sendo partes que se completavam, então, por que ficar separados, certo? Nessa fase de “renegociação” todo o contato foi por email. Quando eu insisti num encontro pessoalmente, as escusas foram das mais variadas até que, depois de uma certa insistência, recebi um email imensamente grosseiro, que encerrava de vez qualquer oportunidade de um encontro pra botar os pingos nos i’s (para o bem ou para o mal).

Nesse dia eu reforcei mais uma lição na minha vida: nunca faça pouco das pessoas que você ama, amou ou que de qualquer forma quer ou quis o bem. Ninguém é adivinho para saber o que passa na cabeça dos outros, e não existe forma mais digna de dizer o que deve ser dito que não seja olho no olho. Então comecei a pensar em todas as vezes em que esse ex tinha fugido de me olhar nos olhos, ou de tomar uma atitude e, inclusive no fim, quando ele simplesmente fugiu (não só de mim, mas da vidinha dele) para uma longa viagem. Cheguei à conclusão de que não faço questão de pessoas com tais atitudes.

Podem até dizer que esse é um post de vingança ou carregado de mágoa, mas nem é. Claro que a situação toda ainda incomoda de uma certa forma, mas não dói mais. Tá praticamente fechada. A grande lição que eu quero tentar passar com esse post é a de que sempre, todas as vezes em nossa vida, vale a pena encarar os fatos e não fugir deles. Quer dizer que ama, ou quer terminar porque não ama mais? Olhe nos olhos e diga. Twitter, MSN, telefone, SMS e outras ferramentas facilitam nossa vida, mas infelizmente ainda não traduzem emoção, nem personificam os nossos sentimentos. Seja com um amor, com um amigo, com alguém da família.

Pode até ser difícil na hora. Mas, com certeza, a ferida fechará mais rápido. E você ainda preserva a chance de manter uma amizade ou uma lembrança boa. No meu caso não ficou nenhum dos dois.

Até a próxima!

h1

Teste do amor – qual o seu perfil?

09/06/2010

A matéria de capa da revista Superinteressante de maio foi sobre os relacionamentos e como, além do coração, a ciência também influencia no nosso comportamento amoroso. No site da revista, o leitor pode fazer um teste e verificar qual a sua “personalidade” amorosa. Segundo a antropóloga Helen Fisher, são quatro personalidades regidas por hormônios e sistemas cerebrais diferentes.

Além de verificar qual a sua personalidade, o teste indica também a que mais combina com você. Clique na imagem abaixo e faça o teste! E não se esqueça de contar depois o resultado. Eu sou uma negociadora… =]

h1

O que acontece?

26/03/2010

Aconteceu comigo no último fim de semana e, desde então, estou me questionando. Foi assim: fui passear em Brasília e lá fui a um barzinho que costuma dar muito homem bonito e solteiro. Primeiro, meu azar: quase não tinha ninguém que despertasse meu interesse. Dos poucos que restaram, resolvi concentrar as minhas energias num coroa charmosão. Pouco cabelo, meio grisalho, mas para a idade que aparentava, um porte atlético e um olhar sedutor.

Na minha cabeça, estava tudo indo bem: estávamos sentados frente a frente e o colega não parava de me olhar. Eu, ao contrário do que possa parecer, sou extremamente tímida, do tipo que não consegue encarar a pessoa de quem está a fim por mais de três segundos. Eu dava umas olhadelas, de acordo com o que meu grau de rubor na face permitia e via que o cara não tirava o olho. Eu bebi mais e quanto mais álcool eu ingeria, mais tempo durava a nossa troca de olhares. Até que, decidida, o encarei por uns 10 segundos, sorri e acenei. Ele foi falar comigo e tudo terminou bem, certo?

Erradíssimo. O coroa continuou me encarando com o mesmo sorriso (que nessa hora, pra mim, passou a ser cínico) até eu ficar sem graça e desviar o olhar. Como eu sou bastante ressentida com esse tipo de coisa, fiz questão de sentar-me de costas pro malandro e nem olhar na direção em que ele estava, até ir embora. E essa situação altamente constrangedora me leva a um questionamento: o que acontece nas paqueras hoje em dia?

Podem me dizer que é um caso isolado, que eu entendi errado e que o cara não estava a fim de mim, mas tenho meus motivos pra acreditar que não foi bem assim. Até porque não foi a primeira vez que aconteceu. Aliás, ultimamente é assim: eu tenho que me aproximar e correr o risco de tomar um fora ou me dar bem. Não gosto disso. Gosto quando o homem toma atitude. Não precisa cortejar e seguir todo aquele esquema à moda antiga, mas me desestimula muito ser eu a pessoa a ter que agir primeiro.

Tanto que minha opção quase sempre é voltar pra casa sem ter ganho nenhum beijo, porque eu simplesmente me sinto mais confortável assim. Mas fico muito curiosa a respeito desse comportamento dos homens que, pra mim, é novidade. Alguém poderia me elucidar a charada?

Beijos e até a próxima!

Seguir

Get every new post delivered to your Inbox.

Junte-se a 48 outros seguidores