Arquivos para a Categoria ‘Para eles’

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Individualismo x Respeito

03/11/2011

Não sei quando foi que as pessoas deixaram de se importar em ferir as outras. Talvez eu ainda não fosse nascida quando esse péssimo hábito começou aos poucos e agora, no auge, eu continuo horrorizada, mesmo percebendo que a maioria já vê tal atitude como corriqueira.

Não vou entrar no mérito da traição, porque eu acredito que o conceito de fidelidade seja muito particular. Acho que, a partir do ponto em que há diálogo entre o casal e ambos curtem serem livres para estarem com outras pessoas, não há desrespeito, portanto não há traição. Além do mais, trair se trata de um extremo e não pretendo chegar tão longe com esse post.

Vou falar apenas de comportamento e do MEU (ficou claro que é MEU?) conceito de relacionamento. A partir daí vocês podem concordar comigo ou não.

Pra mim, relacionamento é compartilhar. Compartilhar sua vida, seus momentos bons e ruins, conquistas, fracassos, coisas, lugares, filmes, risadas e bobeirinhas que todo casal está cansado de saber e adora.

Porém há algo mais que é compartilhado em um relacionamento e pouca gente parece se dar conta disso: a imagem. Desde que você e seu namorado mudaram o status do facebook para “em um relacionamento sério”, a imagem de vocês dois está vinculada e é inevitável que o seu comportamento afete a imagem dele.

Explico. Se você é namorada carinhosa, meiga e fofa quando está com ele, mas quando sai com seus amigos fica dando mole pra um e outro, falando putaria como quando ainda era solteira e enche a cara até subir no balcão e começar a dançar kuduro, você está fazendo todo mundo achar que o seu namorado é um otário, que pensa que você se comporta do mesmo jeito que está com ele, quando sai sozinha. O mesmo tanto para os meninos. Fazer coisas que você não faria na frente dos seus parceiros, qualquer que seja o motivo, abre a oportunidade para que os outros pensem merda de vocês dois.

Daí vêm os individualistas de plantão e dizem: “Tô pouco me lixando pro que os outros pensam. Eu sei que não fiz nada de errado, minha consciência tá limpa. Isso é problema meu.”

Não, pequeno gafanhoto. Não é problema seu. Por que os outros acharem que você é babaca é problema seu mesmo e você tem todo o direito de ignorar a opinião alheia e viver sua vida como você bem entender. Mas agora o que você faz também prejudica a SUA namorada. A SUA namorada é que vai sair como a idiota, que não conhece o namorado que tem. O SEU namorado é que vai sair como o corno, que namora uma guria fácil, que dá em cima de todo mundo. A SUA namorada que vai ser a pobre coitada que namora um alcoólatra que só dá vexame e estraga a festa de todo mundo.

Em um relacionamento, o que você faz não afeta só você. Afeta a pessoa que te ama e que, espero eu, você também ame. Esse é o meu conceito de respeito e acho que não está tão longe assim do que é necessário para fazer duas pessoas viverem felizes juntas.
Ou você é daqueles que acham que respeitar seus caprichos é mais importante do que não ferir quem você ama?

Deka

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I’m too cool for you, anyway

26/10/2011

Alguém aqui já assistiu Scott Pilgrim Vs The World? A maioria dos que assistiram diria que é uma adaptação (muito boa, por sinal) de um quadrinho, para o cinema. Outros resenhariam a história de um rapazinho apaixonado que luta para conquistar a mulher dos seus sonhos. Eu diria outra coisa, totalmente diferente.

Eu diria que é a história de uma mulher bonita, legal e dedicada em busca do amor verdadeiro. E que, no fim, ela descobre ser melhor aguardar por alguém que mereça todo esse amor.

Feita esta introdução, vamos falar de mulheres.

Todos nós estamos cientes das diferenças entre os sexos e das dificuldades que homens e mulheres encontram para se adaptar às atitudes do parceiro que consideram irritantes. Porém algumas atitudes femininas são unanimidade geral de ambos os sexos, como coisa de mulher chata.

Ser mau-humorada, desanimada pra sair, chiliquenta, possessiva, melosa, invasora de privacidade, barbie frescurenta, cu doce, somos-somente-bons-amigos, chantagista e competitiva, só pra começar, são os campeões de reclamações.

O primeiro ponto a levar em consideração, é que é realmente difícil encontrar mulher que não carregue pelo menos uma dessas características, entre outras piores. Mas o segundo, que é o “xis” da questão neste texto, é que na maioria das vezes são justamente ESTAS mulheres que nunca estão solteiras. Quer dizer, aquelas garotas legais, que não ligam que o namorado saia de vez em quando para beber com os amigos, topam aquelas suas aventuras malucas, é fiel e dedicada, te apoia, resolve discussões como adulta e nunca compete com você, são as mesmas que os homens chamam pra tomar um chopp de vez em quando, mas se rolar algum envolvimento é uma vez apenas e depois já vêm com o famoso “não é você, sou eu” – isso quando alguém CHEGA nela, né?

E aí, a pobre coitada fica com aquela cara de onde foi que eu errei, sem entender porquê os homens não querem ter tudo aquilo que eles sempre descreveram como perfil da namorada perfeita.

Outro dia, conversando com algumas amigas sobre isso no twitter (todas elas lindas, inteligentes e LEGAIS), uma seguidora nos disse algo que entregou o segredo da vida, do universo e tudo mais: um amigo dela respondeu que prefere ter que lidar com um barraco de uma barbie que ter uma discussão séria com uma mulher inteligente. Ou seja: esta mulher ASSUSTA os homens.

Embora depois de uma quantidade considerável de relacionamentos falidos, este tipo de mulher tende a acreditar que o problema é com ela, na verdade não é. Hoje em dia, a maioria das pessoas não está pronta para um relacionamento duradouro. Ninguém quer se comprometer e se aprofundar em uma única pessoa.

O resultado é um festival de autosabotagem. Quantas vezes você mesma não preferiu se envolver com um cara problemático, porque no fundo, você sabia que se não desse certo, a justificativa seriam os problemas dele e não sua falta de dedicação à pessoa? Ter que aceitar defeitos, se adaptar às diferenças e buscar conhecer profundamente uma única pessoa, dá muito mais trabalho do que ter vários relacionamentos rasos, que se não der certo, você termina e parte pra outra.

Então qual é a solução? Virar uma problemática? De forma alguma. No fim, cabe a estas mulheres (e a estes homens) esperar até encontrarem um ao outro. Porque parece impossível, mas não é. E quando esta oportunidade surgir, esteja pronta para receber um homem de verdade, ou você pode acabar perdendo a chance de viver um grande amor, por puro medo.

Deka

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O mapa da(s) mina(s)

30/08/2011

Vou dedicar as primeiras linhas deste texto para um pedido de desculpas a você, leitor. Primeiro pelo tempo em que demorei a dar as caras e segundo porque o texto que a dona Deka Pimenta postou deveria conter a minha colaboração. Essa que surge somente agora e que tenta amarrar a discussão em que a pequena notável (Deka) e eu tivemos sobre o suposto gringo que leciona aulas de conquista para nerds encalhados. Trocando em miúdos, minha função aqui é mostrar como é fácil não ser um loser que chupa o dedo enquanto o amigo descolado chupa a… se dá bem com a gostosa mais próxima. E o melhor, sem custo nenhum!

Assim sendo, vamos ao que interessa: revelar os segredos femininos. Um dos homens mais admirados do mundo, o pai da psicanálise, Sigmund Freud, morreu com uma dúvida que, acredito eu, não será respondida por nenhum ser humano: O que querem as mulheres? Uns dirão que nem elas mesmas sabem, outros dirão que elas querem tudo. De qualquer forma, não precisamos de uma solução para desvendar os mistérios de Vênus, afinal, é o que mais nos atrai nessa raça controversa, não é verdade? Basta, apenas, aproveitar algumas brechas nesse código complexo desenvolvido pela genética feminina que mistura independência e fantasias para adequar as diferenças de objetivos, interesses e expectativas quando se trata do amor, o jogo mais antigo e divertido já inventado pelo homem. E que as mulheres são exímias jogadoras. Acompanhe meu raciocínio.

Mulher é uma fonte de incertezas. Quer ser indepente, mas não solitária. Quer ser mãe, mas teme por perder a juventude. Quer fazer regime para ficar (mais) gostosa, mas não resiste àquela barra de chocolate durante a TPM. Se ela mesma não se entende, o que te faz pensar que é capaz de fazê-lo? Isso nos remete ao primeiro e essencial comportamento que te dá pontos com um rabo-de-saia: a sua postura. Como já contei anteriormente, homens possuem uma necessidade infindável de orgasmo, ou seja, somos capazes de trepar com qualquer buraco que encontrarmos. Já as mulheres – salvo as exceções -, não. Elas precisam admirar o possível parceiro, não importa em qual quesito. Porém, quando a moça se interessa pelo rapaz, ele entra em um grupo que costumo apelidar de “Assistidos”. Sofre uma avaliação minuciosa e cada ato, cada palavra é pontuada. Se você falou uma besteira qualquer, pimba!, tá fora do jogo. É uma porra de um cabo-de-guerra. Você elogia e ela vem para o seu lado, você fala uma asneira e ela se afasta. E assim vai até ela ganhar ou até você conquistá-la. Portanto, é importante não ser um babaca e sair falando o que não deve para quem você pretende pegar. Mesmo se você não falar besteira e ela se afastar, é importante ser frio e esperar o momento certo para investir novamente.

Isso já solidifica outro ponto importante que a mulher avalia: a inteligência. Ouço muito por aí que a inteligência é o mais atraente em um homem. Duvido que seja verdade, mas estamos aqui para vencer o adversário. E só fazemos isso jogando pelas suas regras. O que não quer dizer deixá-lo no controle da situação. E aqui é onde separa-se homens de meninos. A sociedade foi construída com uma base patriarcal, o macho como líder, o provedor, o pica, o foda. Não vamos discutir capacidade de liderança, ok? Só que essa necessidade do homem como o frente de uma situação está implícita em muitas coisas, tal como quem é o indivíduo que guia uma dança. Não seria diferente no amor e, por mais que brotem feministas para criticar, peço que atire a primeira pedra a linda que não gosta de um homem que dá condição, que cuida, que é atencioso e tudo mais. Não precisa ser romântico, já que algumas delícias por aí não curtem muita melação, mas só de mostrar que sabe o que está fazendo, é admirado. É daí que tiramos a expressão “seja homem”. Dê segurança, saiba o que falar, não seja mais sentimental do que ela, essas coisas. Ser autêntico é importante, mas ter uma característica camaleônica também. Lembre-se que no amor e na guerra vale tudo, até desafiá-la. Aliás, desafiar uma mulher é a maneira mais fácil de chamar sua atenção. E pressioná-la ao “tudo ou nada” é a mais fácil de perdê-la.

Então esta aí, dona Deborah Pimenta e caro leitor. O mapa para conquistar a mina ou as minas é composto por determinação, autoconfiança, segurança, palavras certas, atitudes certas, paciência e mais alguns itens que não explano porque, afinal de contas, eu ainda não me aposentei desse jogo e nunca o farei. Continuo na disputa e, o mais importante, acumulando vitórias.

Palavra de Macho

(por Bruno Acioli)

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O mapa da mina

26/07/2011

Achei uma entrevisa interessantíssima, no Delas, com um “treinador de pegadores”.

Sim, queridos e queridas, um cara que treina homens para pegar mulheres.

O nome da peça é Richard La Ruina e ele se diz um especialista em sedução, capaz de conquistar qualquer mulher.

Mas não foi sempre assim. Segundo a entrevista, ele nunca havia BEIJADO uma mulher até os 21 anos. É.

Não vou reproduzir aqui a entrevista toda (deixarei o link, claro), mas vou só comentar os trechos que achei mais curiosos e dar a minha indispensável opinião sobre.

O nosso querido Ricardo afirma que para conquistar qualquer mulher, o homem precisa ser bem humorado, ter controle da situação e ser um pouco arrogante, o que dá pra resumir em apenas um termo: ter a autoestima elevada.

Até aí, sem grandes novidades. Mas por que isso funciona? (Já que não adianta você negar, amiga, porque FUNCIONA!)

Funciona porque a gente volta para os primórdios do relacionamento emocional e reprodutivo da espécie humana, onde o homem é o provedor que protege a família e a mulher cuida da toca e da prole.

Antes que comece a chover feministas no meu teto de vidro, vou me explicar: nós mulheres somos naturalmente inseguras e
competitivas. Temos o hábito de analisar as situações pelas emoções que as envolvem e não pelos fatos, bem como de ver até mesmo as amigas como rivais quando se trata de um bofe, o que eleva a insegurança à segunda potência.

Aí aparece um homem com a autoestima tão elevada, que é suficientemente seguro para nos fazer rir com o seu bom humor e apresenta um controle da situação que nós não temos. Ele parece alguém perfeitamente capaz de nos proteger física e emocionalmente, oferecendo a segurança que nós procuramos.

Por mais que a gente tenha conquistado direito de voto, independência e sucesso no mercado de trabalho, em casa ainda queremos ser a princesinha que pode ter uma crise de choro sabendo que o gato vai te abraçar com aquela expressão de “você está exagerando” e diz que tudo vai ficar bem.

O homem de verdade não precisa entender as mulheres, desde que nos faça acreditar piamente que entende sim.

O segredo está, como em tudo, no equilíbrio. O cara precisa nos passar segurança o suficiente para sabermos que irá nos resolver da maneira que não conseguimos, ao mesmo tempo que (sendo ligeiramente indisponível e arrogante) nos faz ter medo de perdê-lo para as outras.

Viu? É simples!

Aí vem alguém e diz: “Deka, ele não disse nenhuma novidade e você só choveu no molhado.”

Então me responde porque mesmo sabendo de tudo isso você não pega ninguém, pequeno gafanhoto? Eu te respondo: porque você se intimida diante da beleza da gostosa. Olha praquele decote generoso, engasga, gagueja e pergunta em qual igreja ela gostaria de se casar. Pronto. Você é um desesperado que mostrou que o controle da situação é DELA e não seu.

“Mas, tia Deka, como eu faço isso?”

Quer mesmo saber como? O Bruno Acioli jura que sabe. Vou deixar que ele explique.

Deka

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#DiaDosNamoradosAMDI: Esquenta, esquenta…

24/05/2011

Nada melhor que relaxar com nosso amor, em um ambiente aromatizado, de iluminação baixa proporcionada por velas e uma bela massagem corporal feita com óleos aromatizados, não é?

Pensando neste momento, a Inside Cosméticos desenvolveu as Velas Hidratantes. Ao mesmo tempo em que elas tornam o ambiente agradável, se transformam em deliciosas ferramentas prazer.

Elas podem ser encontradas em dois tipos: Vela Hidratante Corporal e Velas Hidratantes Beijáveis. Todas são desenvolvidas a base de manteiga e óleos vegetais, que substituem a parafina e as tornam totalmente orgânicas e naturais. Por não conterem química, a taxa de combustão delas é menor que a de uma vela normal, evitando assim queimaduras e danos à pele.

A utilização é simples: basta acender a vela e deixar queimar por 2 minutos. Este é o tempo necessário para que o produto exale seu aroma e se transforme em um óleo hidratante perfeito para massagens. O ideal é espalhar sobre o corpo até uma total absorção. No caso das Velas Beijáveis, você deve abusar da imaginação pois, além de serem hidratantes, podem ser ingeridas tranquilamente. Ou seja: as lambidas estão mais que permitidas!

Vela Hidratante Corporal 100g - Preço médio: R$ 45,00

Fragrâncias: Jasmim, Pêssego, Morango ou Ylang-Ylang (afrodisíaco)

Vela Hidratante Beijável 30g – Preço médio: R$36,00

Sabores: Amarula, baunilha, chocolate, limão, melão, menta, morango com champanhe, tuti-frutti e uva.

Mais informações no site: www.insidecosmeticos.com.br

Não é o máximo? Dá pra deixar a noite dos namorados bem especial, não dá?

#ficadica

Beijos,

Lu

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Não, não gostamos de grosseria!

09/02/2011

Muitos homens por aí não sabem a diferença entre virilidade e grosseria. Muitos pensam que para ser macho é preciso ser escroto. Pensam que homem que é homem não tem que ser gentil e que delicadeza é coisa de viado.

Aí vêm os babacas dizer que mulher gosta de ser pisada e maltratada. Sinto informar-lhes, mas vocês estão completamente enganados!

Eu adoro homem bem macho mesmo, homem que se impõe, homem de pegada forte. Mas, em nenhum momento, estou dizendo que gosto de homem estúpido, grosso ou que me trata como um brother dele.

Não é porque estamos nos igualando aos homens em poder, grana e emprego, que merecemos o mesmo tratamento que eles dão aos amigos, aos companheiros de pelada ou aos colegas de trabalho. Nós somos fortes e batalhadoras, mas continuamos frágeis, precisando ser protegidas e amparadas, gostando de colo e cafuné, querendo receber flores e mimos, sim.

Não é porque estamos muito mais libertas sexualmente, que queremos uma transa bruta, sem carinho. Ainda gostamos de dormir de conchinha e ser abraçadas depois do sexo.

Não é porque algumas de nós têm carros melhores ou mais caros que os de alguns homens, que não gostamos que eles abram a porta para entrarmos ou que nos busquem em nossas casas.

Nós gostamos de cavalheirismo. Cavalheirismo não sai de moda nunca. E não é coisa de fruta, não!

Pra ter noção, outro dia saí com um tipinho de academia que se acha o último biscoito do pacote. Só foi me buscar em casa porque eu pedi e não se deu ao trabalho de sair do carro para me cumprimentar e, muito menos, abrir a porta do veículo. Elogio à minha produção? Nenhum. Depois da transa, esperei, no mínimo, um cochilinho em seu peito. O que eu ouvi? “Ah, não vá me dizer que você quer cafuné!”. Deus do céu! Onde foi parar a educação? Sim, porque eu acredito que a maneira de tratar uma mulher vem de berço, né? E não é porque somos amigos e temos alguma intimidade que eu não espero uma gentileza mínima, certo?

Não sei onde esses moleques (ah, sim! Homem que é homem sabe como lidar com uma mulher) aprenderam — ou deixaram de aprender — esses modos.

Até o Shrek, que é um ogro, é um gentleman com a Fiona!

Lu

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Sobre ser macho

13/01/2011

Conversando com uma amiga (gostosa e possível pegada), conclui que a raça HOMEM possui milhares de subgrupos, mas vou restringí-los a apenas 3: troglodita, macho e bichinha.

Troglodita: é o cara que vê a mulher como um item de consumo. É sempre o corno inconformado. Descobre por último a traição e não entende qual foi o erro. É egocêntrico, sempre odiado. Só pensa na putaria. Costuma “comer antes de beijar na boca”. Não entende as necessidades de uma mulher e, por isso, é substituído assim que possível pelo…

Macho: é o cara que sabe dosar seus níveis de testosterona e entende que mulher é coisa linda de Deus. É arredio, mas cede — não tanto — quando percebe que suas ignorâncias afetam a companheira. Dificilmente se prende porque valoriza sua individualidade e não se apaixona facilmente, mas, vez ou outra, namora alguém. Ele não é fiel, mas “está fiel” quando fica com alguma guria interessante e que desperte algum sentimento de carinho. É adepto do “às vezes”: às vezes é romântico, às vezes é compreensivo, às vezes respeita, às vezes é egoísta, às vezes quer que seja do jeito dele, às vezes é sensível. Isso porque sabe que se for mais emotivo do que a mulher ao seu lado, vai virar um…

Bichinha: [entenda, bicha não é homossexual. Homossexuais gostam de homens, já os bichas são heterossexuais com frescuras, com mimimis, com vontade de... VOU DAR UM SOCO NA CARA DE UM BICHINHA JAJÁ!] Bom, voltando. Os bichas são SUPER sensíveis, românticos e colocam a mulherada acima do bem e do mal. Acreditam que a mulher tem de estar pronta para o sexo e respeitam cada cú doce que ela faz. Choram, gritam, são emotivos e ASSISTEM A GLEE (desculpa, não segurei). Não traem, não fodem, não saem de cima. Em geral, a mulherada dá um pé na bunda do bicha por sentir necessidade de testosterona.

Daí, adivinha pra quem elas correm?

Palavra de macho

(Por Bruno Acioli)

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Expectativas…

30/12/2010

Ninguém toma atitudes por tomar. Desde abrir a geladeira a dar um pé na bunda de alguém, todas as nossas atitudes são objetivadas por uma expectativa. Abro a geladeira na expectativa de encontrar alguma coisa gostosa para comer e por aí vai.

Sempre que reclamo de qualquer coisa em um relacionamento, ouço alguém dizer: “Lu, você precisa parar de criar expectativa!”. Como se fosse esse o grande problema. Eu não fico com alguém sem esperar que alguma coisa aconteça — e acredito que ninguém fique! Que seja só sexo, se a minha intenção for sair com um cara one night stand, eu crio expectativas sobre: “será que ele é bom de cama? Será que vai ser legal? Será que não vou me arrepender?”. É óbvio!

E não dá para evitar as expectativas em um relacionamento. Ainda mais porque relacionamentos, normalmente, envolvem sonhos e objetivos de vida.

Eu estava namorando um cara que dizia que me amava como nunca amou, que queria se casar comigo, ter filhos, formar uma família etc etc etc. O que eu deveria ter feito? Ignorado tudo isso? Claro que não. Eu acreditei nas palavras dele e planejei todos os sonhos que (aparentemente) eram nossos — e não só meus.

Expectativa é diferente de ilusão. Se você disser que eu preciso parar de me iludir, aceitarei seu conselho. Se estou com um cara que nunca diz nada sobre nosso futuro juntos, que diz que não está pronto para um relacionamento sério e eu enfio na minha cabeça que ele está só fazendo charme e que, no fundo, ele me ama e quer casar comigo, aí sim, estou me iludindo.

E eu não me iludo mais sozinha. Foi-se o tempo em que eu acreditava em sinais e mensagens subliminares. Hoje, eu acredito em palavras e atitudes.

Sim, ainda acredito em palavras. Fui criada para acreditar que as pessoas devem honrar suas palavras — mesmo que eu tenha acreditado muitas vezes em ditos mentirosos.

E talvez aí esteja o meu problema. Não sou mais adolescente para acreditar que “vamos sair para jantar” signifique “estou apaixonado por você”. Sair para jantar significa sair para jantar e mais nada. Eu acredito no que dizem, com todas as letras. Se um cara diz que me ama, eu entendendo que ele realmente me ama. Então, voltando às expectativas, essas tais três palavrinhas significam muito e, quando são ditas, todos esperam determinadas atitudes.

Ele diz que me ama demais. Eu ameaço ir embora. Ele me deixa ir. Onde está o erro? Em mim, por achar que ele deveria me impedir, já que me ama como fala? Eu crio expectativas, sim.

Ele diz que não consegue viver sem mim. Eu peço para que ele, então, escolha entre estar ao meu lado ou viajar. Ele fica com a segunda opção. Eu esperei que ele me escolhesse. Eu criei expectativas, sim.

Nas duas situações, eu tomei atitudes esperando determinadas reações. Criei expectativas, sim, como faço — e você também faz — com tudo na vida.

Ninguém entra em um ônibus sem destino.

Beijos,

Lu

P.S.: Veja esta cena de Sex and the City:

Era o esperado.

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Não gosto de flores!

14/12/2010

Eu sempre digo que não ligo para presentinhos, chocolates ou buquês de flores. Todo namorado já fica sabendo disso logo no começo.

O problema dos homens é não entender o que está “por trás” do que a gente diz. Se eu digo que não gosto de flores, o cara que está comigo nunca, então, vai me mandar um buquê. Mas será mesmo que eu não gostaria de receber?

Tive um namorado que sabia que eu não gostava de flores porque eu não sei cuidar. Ou eu afogo as pobrezinhas ou elas morrem esturricadas. Mas um dia ele me surpreendeu e mandou um vaso gigante de flores, que nem sei o nome, para a minha casa.

Então eu pergunto:

Qual foi a minha reação?

A) Fiquei com raiva e joguei as flores no lixo.

B) Reclamei: “Poxa! Por que ele mandou justo flores se ele sabe que eu não gosto?”

C) Me emocionei, pulei de alegria e até gravei um vídeo em agradecimento.

Acertou quem escolheu a opção C. Não fiquei feliz por ter recebido flores, mas por saber que nelas havia uma declaração de amor, um gesto de delicadeza e por ter a certeza de que ele havia se lembrado de mim.

Eu não ligo para nada material mesmo, mas eu ligo — e muito — para declarações. E a maioria das mulheres é como eu.

Há quem diga que só gosta de declarações quem é carente e precisa o tempo todo ter a certeza de que é amado. Não é bem assim. Declarações e surpresas servem para aquecer qualquer sinal de frieza que pode acontecer (e sempre acontece!) em um relacionamento.

Um namorado disse que não poderia passar o Reveillón comigo por um motivo bem bobo que não vem ao caso. Fiquei muito chateada e esperava que ele mudasse de ideia a qualquer momento. Mas eu não disse nada. Fui viajar com a minha família para o sítio dos meus tios e, quando deu 20h do dia 31 de dezembro, ele apareceu na porta do meu quarto. Até chorei de emoção. Ele não poderia ter feito surpresa mais linda!

Mas e quando a gente espera demais e não é supreendida nunca? É… dói.

Eu sempre dou a dica e, muitas vezes, falo na cara o que eu espero. Outra vez, um namorado deu uma mancada forte comigo e foi viajar para um canto qualquer. Ele disse que estava arrependido do que tinha feito e eu pedi, então, uma prova de amor: que ele pegasse um avião e voltasse para me ver. Ele não o fez. E eu chorei.

Talvez ele não me amasse. Ou talvez ele fosse do tipo que não se liga em indiretas — nem em diretas. Paciência. O grande problema é a gente ficar esperando por algo que provavelmente não acontecerá. O grande problema é a gente assistir a muitos romances de cinema e esperar que nossos homens nos escrevam cartas de amor até depois de mortos.

Depois de muito esperar e depois de tantas expectativas frustradas, eu acredito que o melhor que eu tenho a fazer é falar logo de uma vez o que eu quero. Ou não esperar por mais nada. Se está certo ou não, eu não sei.

E aí?

Beijos,

Lu

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Por que ELAS somem?

24/09/2009

Camilla CondeNo post anterior me perguntaram por que nós mulheres sumimos. Porém, antes de responder, devo esclarecer que a minha pergunta naquele texto foi: “Por que os homens somem quando ELES decidem namorar?”. Isso ainda intriga e posso dizer que a resposta está incompleta. ;P

Enfim, pensei, analisei os comentários, conversei com amigos e, sem querer ser prepotente, acho que a resposta é bem simples, mas decidi usar os porquês que recebi para responder aos leitores.

Verdade seja dita: como os homens, nós também desencanamos depois que rola alguma coisa  que não foi exatamente como imaginávamos. E prefirimos, sim, sumir quando isso acontece. Pode acontecer de não gostarmos da pessoa em questão. De não gostarmos do beijo, da pegada, da transa. De percebemos que o cara não passa de um idiota ou de um chato.  E todos sabem que, quando isso acontece, e as coisas não são oficiais, é muito complicado sentar e conversar, explicar. Impossível falar: “Amor, você não é tudo isso.” ou “Entããão, pensei que seria diferente (leia-se melhor), sabe?”. Não dá para fazer isso e nem tem porquê, então é muito mais fácil deixar o que aconteceu na memória. Ou não!

Pode acontecer o oposto também. Tudo ter sido muito bom, mas naquele momento não querermos nada sério. Essa é a história do famoso fuck friend, o P.A., o tal “estepe” (ai, como odeio essa palavra!). Mantemos contato, falamos sobre amenidades, algumas sacanagens, desabafamos, quereremos bem, cuidar, ouvir, mas é só isso. Geralmente, o intuito é marcar uma cerveja e depois, cama.

Outro motivo que deram para o sumiço dos homens foi o medo que eles têm das mulheres. Bem, como eu disse lá, acho isso uma grande bobeira, mas a verdade é que nós mulheres também temos medo. Quer coisa pior que o medo gerado por históricos de relacionamentos fail? Além disso, há os medos que criamos dentro de nós, medos que derivam de nossas inseguranças. Mulheres também somem por medo.

Eu não vou discorrer aqui sobre o medo que todo mundo tem de se envolver, de tentar, de viver algo. Acho que já falei disso aqui milhões de vezes e já basta ser repetitiva na minha “vida offline”. O que eu quero dizer é: eu acredito que, apesar das diferenças, homens e mulheres são bem parecidos. Todos nós queremos as mesmas coisas. O que muda é o tempo de cada um.

Então, está aí a resposta do por que as mulheres somem. Como disse no início do texto, simples, né?

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