Arquivos para a Categoria ‘Ciumenta, eu?’

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Qual o seu tipo de relacionamento?

04/05/2011

A partir de uma pesquisa de campo sobre os diferentes tipos de relacionamentos amorosos e diagnóstico de pacientes, a psicóloga, especialista em relacionamento afetivo, e diretora executiva da agência de relacionamentos EclipseLove, Dra. Eliete Matielo, desenvolveu um teste para ajudar o casal a descobrir o seu perfil.

A psicóloga chegou a seis tipos básicos de relacionamento afetivo: o possessivo, o neurótico, o competitivo, o liberal, o romântico e o ficante. São seis tipos principais em torno dos quais outros gêneros se aglutinam.

“Um casal pode ser do tipo ‘noivo neurótico, noiva nervosa’ e ter seus momentos de romantismo. Pode viver bem assim, como pode se separar”, diz a pesquisadora. “A chave está na flexibilidade, a magia de criar situações novas a cada dia e sair da rotina”, completa.

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FAÇA O TESTE E DESCUBRA SEU TIPO DE RELACIONAMENTO

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1 - Seu par se lembra de datas como o dia em que começaram a namorar?

a - Quando lembra, enfatiza sempre a quanto tempo eu pertenço a ele.

b - Até lembra, mas vai logo dizendo que eu não sou mais aquela pessoal amável que ele conheceu.

c - Quando lembra, logo emenda que foi ele (ela) quem tomou a iniciativa.

d - Isso não é importante na nossa relação. O importante é nos darmos bem.

e - Jamais se esquece, pois foi um dia mágico para ambos.

f - O vocabulário é “quando ficamos a primeira vez…”

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2 - Vocês costumam sair com outros casais? Quando isso acontece…

a - Não saímos com outros casais, só a gente mesmo.

b - Acabamos discutindo, trocando farpas na frente dos outros, mas depois ficamos bem.

c - Numa certa altura, um fala mais alto que o outro e quem impor seus pontos de vista, tipo para mostrar quem é que manda no relacionamento.

d - Saímos com outros casais como saímos individualmente, e é sempre tudo muito agradável.

e - Sair com outros casais é até uma forma de mostrar a solidez do nosso romance.

f - Só saímos em casais de ficantes e em grupos para baladas e festas.

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3 - Durante uma discussão, ele (ela):

a - Ele (a) sempre acha que tem razão.

b - Acaba ressaltando o que julga ser meus aspectos negativos.

c - Dá um jeito de mostrar que seus argumentos são melhores que os meus.

d - Nós procuramos não discutir.

e - Discussão? Não há nada que um buquê de flores não possa resolver.

f - Não discutimos, não nos encontramos muito, só quando vamos nos divertir.

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4 - Se alguém te perguntasse, hoje, como vai seu namoro, você responderia:

a - Ele(a) não vive sem mim.

b - Ele(a) não mudou nada, continua dando preferência a outras coisas e não a mim.

c - Se não sou eu para segurar esse relacionamento, a coisa não vai para frente.

d - Está tudo ótimo. Cada um tem seu espaço e se respeita muito.

e - Uma maravilha. Acho que seremos namorados a vida toda.

f - Não estamos namorado, só ficando.

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5 - E o relacionamento sexual? Vocês se dão bem na cama?

a - O sexo, entre nós, é uma entrega: sentimos que um pertence ao outro.

b - Às vezes, faço greve de sexo para ele(a) prestar mais atenção em mim.

c - Um show de malabarismo. Um quer mostrar para o outro o quanto é bom na cama.

d - Nossos momentos íntimos são sempre muito bons. Não levamos problemas para a cama.

e - Cada vez que transamos, é como se fosse a primeira vez. Sentimos que fomos feitos um para o outro.

f - É muito bom, só por isso estamos ficando.

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6 - Você perdoaria uma escapadinha do seu amor?

a - Nunca. Seria como se uma parte de mim fosse arrancada.

b - Não, mas duvido que isso aconteceria porque estou sempre de olho.

c - Perdoaria, mas lhe daria o troco na mesma moeda.

d - Não tem essa de culpar. Somos bastante liberais quanto a isso.

e - De jeito algum. Seria o fim do nosso relacionamento.

f - Como não temos compromisso sério, não posso cobrar fidelidade.

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7 - Como vai seu índice de ciúme?

a - Sou do tipo que repara até na roupa que ele(a) vai usar para trabalhar.

b - Vira e mexe eu dou uma olhada para ver se encontro algo suspeito nos seus pertences.

c - Meu ciúme em relação a ele(a) é mais no sentido do que ele(a) possa ser ou conseguir.

d - Ciúme é uma palavra que não existe no nosso vocabulário. Somos bem resolvidos com isso.

e - Só tenho ciúme quando vejo aquele(a) amigo(a) invejoso(a) ciscando por perto.

f - Tenho muito ciúmes mas evito demonstrar para ele não achar que to pegando no pé

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8 - Se ele(a) liga no meio da tarde, é para:

a - Saber onde e com quem estou.

b - Não me lembro qual foi a última vez que ele(a) me ligou para saber de mim.

c - Ele(a) é muito ocupado(a), quase não dá tempo de ligar.

d - Não importa se falamos ao telefone ou não. O importante é estarmos bem um com o outro.

e - Ele(a) me liga no meio da tarde só para dizer “eu te amo”.

f - Para combinar de ficar hoje.

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RESULTADOS

Maioria de respostas “a”:

Relacionamento possessivo — Ele é meu ou ela é minha. O possessivo quer toda a atenção, exclusividade, não deixa o parceiro se expor em situações que tenha chance de se interessar por alguém.

Maioria de respostas “b”:

Relacionamento neurótico — Vasculha os pertences do outro para achar algo suspeito. Sempre acusa o outro de traição.

Maioria de respostas “c”:

Relacionamento competitivo — Competem o tempo todo, na autoridade, na capacidade, no dinheiro, na inteligência, etc.. Um quer ser mais que o outro.

Maioria de respostas “d”:

Relacionamento liberal ou aberto — Não invade a vida particular do outro porque também quer a sua liberdade. Relação pode ter baixo nível de comprometimento.

Maioria de respostas “e”:

Relacionamento romântico — Ambos são gentis, amorosos e atenciosos um com o outro. Ele abre a porta do carro, leva flores, lembra de datas importantes. Ela é carinhosa e doce. São eternos enamorados.

Maioria de respostas “f”:

Relacionamento ficante — Saem juntos sem compromisso. O sexo é bom mas sem fidelidade.

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Na pesquisa da Dra. Eliete, dos casais consultados, a maioria se classificou como ficante, com 35%. Os neuróticos ficaram em segundo lugar com 25%, seguidos pelos de característica possessiva, com 18%. Os casais competitivos somaram 15%. Os românticos ficaram em penúltimo lugar totalizando 5% e os liberais 2%.

E aí? Qual o seu tipo de relacionamento?

Beijos,

Lu

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Cuidado com o tempero

16/10/2009

Sílvia TorranoDe acordo com o dicionário Michaelis, ciúme é “inquietação mental causada por suspeita ou receio de rivalidade no amor ou em outra aspiração”. Em tradução livre, quem ama tem ciúme, mesmo que a outra pessoa declare o que sente por você. Não estou me referindo ao ciúme que gera escândalos, porque aí, pra mim, já é caso de internação. E, também, não somente ao amor homem-mulher. Falo do ciúme de amigo, de irmão, mãe…

O ciúme aparece quando nossa zona de segurança fica estremecida – geralmente, quando surge, na relação, uma pessoa nova. Se a gente ama demais, espera ser amado de volta. Eu sou ciumenta e não faço o menor esforço para esconder. E sou obrigada a confessar que adoro saber quando alguém tem ciúme de mim, porque aí me sinto mais amada (é bobagem, eu sei).

Mas como a coluna é “palavra de casada”, vou falar do ciúme no casamento. Mesmo num relacionamento estável, há ciúme. Porque sempre corremos o risco de alguém aparecer e estragar tudo.  Obviamente, não sou ingênua a ponto de pensar que uma hora, mesmo com ciúmes ou não, alguém possa aparecer e algo acontecer, mas não dá para viver nessa neurose, certo? O mais importante, antes de qualquer coisa, é respeitar o outro (diz o ditado que quem ama, cuida). Mas cuidado pra não pirar, senão você deixa de viver sua vida e o relacionamento desmorona. Tudo tem seu limite.

Ciúme é a pimenta do relacionamento; se colocar demais, causa indigestão. E cuidado pra pimenta não ir aos olhos, porque vai causar muita dor e lágrimas…

Palavra de casada

(Sílvia Torrano – http://twitter.com/silviatorrano)

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Ciúme de você

13/10/2009

Priscila Von MühlenUm assunto complicado.

É assim que defino o ciúme em um relacionamento. Se você tem é porque é insegura, controladora. Se você não tem, é porque não gosta.

Eu sempre fui muito ciumenta. Demais mesmo. Não daquelas que fazem barraco, mas daquelas que ficam ‘emburradas’ por qualquer gesto mais carinhoso do parceiro com alguém. Seja ele homem ou mulher. Já tive ciúme de familiares, de mãe, de irmã, de ex-namorado, de tudo.

Não sei  como meu  marido casou comigo, com tantas crises de ciúme que tive durante nosso relacionamento. Eu era chata, possessiva e grudenta. Foram anos de relacionamento à distância entre namoro e noivado, pois ele morava em outra cidade e nos víamos uma ou duas vezes por semana.

Curiosamente, após o meu casamento, o ciúme que existia foi embora. Sim, praticamente todo aquele ciúme que eu sentia se foi. Hoje sou mais confiante e também amadureci e percebi que não adianta ter ciúme: se alguém quiser te trair, não vai ser pelo seu ciúme que ele (a) não o fará.

O ciúme faz mal para o parceiro e faz mais mal para quem sente, embora a vítima do ciúme excessivo nem sempre pense nisso. Então, ao invés de brigar porque a pessoa sente ciúmes de você, tente manter um diálogo aberto e entender os motivos. Por sorte, eu não precisei de tratamento, mas se continuasse com aquele ciúme doentio, não sei qual teria sido meu futuro.

Então, eu reitero o que eu disse antes neste post, se alguma pessoa quer te trair e encontrar motivos para isso, não adianta seu ciúme, sua vigilância, suas ligações. Ela trairá e ponto. Ciúme não garante a fidelidade, ok?

Hoje meu marido fala que eu não sou mais ciumenta como antes. Ele não parece reclamar, mas sinto um certo tom de saudade no que ele fala.

Agora, fica a pergunta: qual a medida certa para o ciúme em um relacionamento, hein?

Um beijo,

Pri

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Já era!

16/09/2009

Luciana SabbagDia desses, um ex-namorado que, admito, foi o cara que mais me amou na vida, me adicionou em uma rede social aí, com perfil de casal (coisa cafona!). Eu não tinha dado bola, porque ele sempre aparece com uma namorada nova e eu — sim, eu! — viro sua confidente.

Mas dessa vez… Abri o perfil e a foto era do casamento dele. Caraca! Casamento!

Sei lá, eu não tinha ciúmes dele… Mas, de repente, fiquei sem chão. Não faz um ano que ele quis voltar para mim — aliás, em março deste ano, rolou um “remember” — e, como assim, ele já está casado?

Confesso também que eu só via a possibilidade de voltar para ele quando a carência me consumia e eu lembrava o quanto era bom ser amada. Mas, ver aquelas fotos dele vestido de noivo me trouxe à mente todo um filme que criei quando estávamos juntos. Sempre falamos de casamento, de filhos… Imaginávamos como seriam nossas vidas, que carinha teriam nossas crianças, que vestido eu usaria na cerimônia… Óbvio que, depois que terminamos, nunca mais pensei nessas coisas (com outros, sim, claro!), mas me peguei imaginando-me no lugar daquela noiva.

É um egoísmo imenso da minha parte sentir ciúmes dele, eu sei, afinal, eu não queria passar o resto da minha vida com um cara cheio de problemas como ele, por mais que nos amássemos (oh yes, terminamos chorando — vou contar essa história em outro post). Mas não teve jeito: meu coração ficou apertadinho ao me dar conta de que o único cara que realmente me amou e faria qualquer coisa para ficar comigo, já arrumou outra “dona” — e agora, definitiva!

Sei que tudo isso foi só um choque. Daqui a pouco eu me acostumo com essa ideia.

Quero mais é que ele seja feliz, porque ele é o melhor homem que já conheci, com o melhor caráter e a melhor índole do mundo — e merece!

Uma hora chega a minha vez, néam? =P

Beijos,

Lu

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A maldição da micareta

25/07/2009

Camila FerreiraÀs vezes gostaria de ser menos simpática do que sou. Faço amigos com uma facilidade absurda e, em um desses meus ataques de “genteboísse”, conheci um cara.

Ele usava uma bandana na cabeça  — sim, estávamos em uma micareta! — e eu, com a boa memória que tenho, lembrei dos ensinamentos da aula de primeiros socorros do curso de comissária de bordo que fiz: “Use uma faixa de tecido para imobilizar a área machucada”! E vi na cabeça daquele rapaz, a salvação para imobilizar meu pezinho até chegar em casa. Eu já estava com a frase pronta, na ponta da língua, era só o mocito dar mais dois passos pra frente pra eu mandar a minha pérola da noite!

Levando em consideração a minha timidez com os homens, eu posso dizer que me saí muito bem. Chovia muito naquele dia e eu estava com o pé “quase” quebrado (é, antes de chegar na micareta luxei meu pé. Resumindo: não entrei!), com o cabelo molhado e a maquiagem destruída! Ou seja: completamente um desastre.

– Oiiiiii… Será que você pode me fazer um favor?

– Claro! — disse o micareteiro.

– Acho que quebrei meu pé! Nem entrei na micareta… Me empresta sua bandana pra eu imobilizar meu pé?

(Já se aproximando de mim mais do que o permitido…)

– Hahahaha… A bandana não, mas se você quiser outra coisa, podemos conversar mais de perto — ele respondeu.

BINGO! Dez no quesito Simpatia e Solidariedade! EU não falaria comigo aquele dia se eu fosse ele!

Bom, ficamos., né? Pensei: “O homem da minha vida! Era tudo que eu queria! Obrigada, Senhor!” (Hahaha).

No dia seguinte nos encontramos no Orkut, depois no MSN, depois no telefone.

Eu o conheci no sábado e, na segunda-feira eu estava completamente apaixonada.

Estava cansada dos babaquinhas da minha idade e resolvi me jogar… Trocávamos mensagens pelo celular o dia inteiro. Até que, em uma delas, ele pediu pra me ligar mais tarde. Lóoooorrico que deixei! Ficamos mais de uma hora conversando… Assuntos diversos, conhecimentos gerais (hahaha). E isso se repetiu pelo resto da semana. Foi quando, na sexta-feira, recebi uma ligação dele dizendo que estava na estrada. E que vinha me ver! BINGO de novo!

– O quê? Você está na Bandeirantes? Vindo pra cá?

Coleeeegasssss! Tomei o banho mais rápido da minha vida. Troquei de roupa 13.984 vezes. Fiz uma maquiagenzinha e meu celular tocando. Em certo momento, pensei em atender e falar: “Oi, queridão, não vou poder mais sair. Chegou visita em casa!” Ou simplesmente não atender o telefone e fingir que dormi. Afinal, eu estava sendo bem louca: um total desconhecido na porta da minha casa me levando pra jantar. AHAM!

Mas decidi enfrentar. Ele chegou e fomos a um barzinho bacanérrimo aqui na minha cidade.

Fui pedida em namoro naquela sexta-feira , aproximadamente à meia-noite. No sábado, às 20 e pouco, terminamos: “Acho melhor irmos com calma. Quero continuar com você, mas acho cedo namorarmos”.

Sofri… Chorei… E, no final de semana seguinte, nos encontramos. E ficamos novamente.

Isso se estendeu por, pelo menos, mais 5 meses: telefonemas, encontros, conversas diárias na na internet. Até que, um dia, viajamos juntos, cada um com seus amigos, mas no mesmo hotel. “É agora!!! Vai rolar”, pensei.

Que nada! Esse foi só o primeiro dia de muita tentativa… Estávamos no maior dos amassos e… nada. Dormimos juntos, abraçadinhos e ,no meio da noite, sabe o que aconteceu? NADA! E pela manhã? Nada. Ele até tentava, mas não rolava!

Não conseguia entender, afinal, ele não comentou nada sobre estar nervoso e papapa. E nem aquela história de sempre: “Nossa, meu… isso nunca me aconteceu antes!”. Ele agiu como se nada houvesse acontecido. Apenas percebi que ele ficou meio quietão depois. Continuava me tratando bem, porém, estava esquisito.

Mas as conversas continuaram, ligações, viagens e nada. Não que isso fosse a chave de tudo, mas no grau de intimidade em que estávamos, era fato isso acontecer. E eu não entendia…

Depois, começaram os desentendimentos. Brigávamos por qualquer coisinha. Eu falava que não queria nunca mais vê-lo. Ficávamos um dia brigados, sem nos falar e no outro, ele vinha… eu acabava cedendo. À essa altura do campeonato eu já até chorava durante as brigas, jogava na cara as coisas que ele fazia, as briguinhas… cobrando e cagando. Estava tórridamenteeeee apaixonada.

Fui me enchendo aos poucos. Essa coisa toda de ele não saber o que queria e ficar me zoainhando, estava me deixando louca já. E olha que paciência eu tenho de sobra!

Fui perdendo o interesse. Já não fazia questão de falar com ele, nada… Foi nesse meio tempo que conheci uma pessoa e fiquei com ela por 3 meses. Ele ficou sabendo. Me ligava todos os dias e falava “você está namorando, vai se esquecer de mim…”

O fato foi que não nos encontrávamos mais: todas as minhas tentativas eram em vão. Durante o dia, eu escutava que ele gostava de mim, mas do jeito dele, que eu era a mulher que ele queria pra ele, mas que eu implicava com coisas que não tinham nada a ver. À noite, eram discussões homéricas e ele sempre atribuía a culpa de tudo estar dando errado a mim! Peraí! Alguma coisa estava errada. Era pra EU estar brava, puta, xingando, mandando-pra-casa-do-ca*alho, mas não.

Cheguei a encontrá-lo, por acaso, na balada e ele me empurrou quando tentei beija-lo. Eu sabia que ele estava sozinho, que ele NUNCA ficava com ninguém.

Depois de quase um ano nesse lenga-(mo)lenga (SIM, LEITORES, essa palhaçada completaria um ano dia 11 de agosto!) neste último domingo, rolou uma DR forte no MSN. Ele falou coisas horríveis pra mim: que não ficava mais comigo porque ele não queria; que ele tinha perdido o encanto em mim; que eu era isso, que eu era aquilo… Entre outras coisas. Resumindo, me fez sentir um lixo! Foi agressivo como nunca tinha sido antes, parecia outra pessoa. Chorei, né? Me senti uma otária: tentei tanto, quis tanto e morri na praia…

Eu o excluí do MSN. Não nos falamos mais. Não quero mais saber. Homem babaca, mal resolvido. E que ainda queria me culpar pelos problemas dele?

Hoje penso mais em mim do que qualquer outra coisa. Não aceito esmola. Pelamor, né?

Beijocasssss!!!

Mila

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Sempre a mesma história?

26/06/2009

Camilla CondeCiúmes. Ô, coisa maldita!

Já falei disso aqui antes, mas — PQP! — eu não aprendo!

Tá. Eu sou uma pessoa ciumenta (agora vocês pensaram na ironia “juuura?” – ok, eu entendo), levemente possessiva mas, definitivamente, não sou barraqueira. Tenho horror a barraco e acho isso o fim, do fim, do fim.  #ficadica (não vou falar de barraco, só quis esclarecer mesmo).

Bom, eu tenho ciúmes de praticamente tudo. Da minha mãe, da minha vó, dos meus primos, dos meus amigos, do meu cachorro, das minhas roupas e sapatos, enfim. E, é claro, tenho ciúmes de namorado, rolo, “ficante” (detesto essa palavra) e o que valha.

Nem preciso falar que já prejudiquei bastante por causa dessa merda de sentimento que sempre tento disfarçar, segurar, controlar mas que sempre, sempre, sempre, no final das contas, eu demonstro da pior maneira possível.

E quando o ciúmes é de algum namorado ou de alguém que estou saindo tem um fator que piora tudo: o meu horror a ex. Cruz credo! E quando o término é recente? Piorou.

Podem me chamar de louca, insana, demente. Eu agüento e entendo. Mas saibam que o meu lado racional sabe perfeitamente que, com os meus 28 anos, todos os caras com quem eu me relacionar terão uma ex, no mínimo.

Não quero me defender nem me justificar, mas é fato que tenho uma imaginação tão fértil, mas tão fértil que, às vezes, me assusto com as histórias que tenho capacidade de criar. (Hm. Devo ter um encosto de algum escritor de novela em mim!)

Já fiz e passei por coisas que “pelamor”! Tenho raiva de mim quando lembro. Ressaca moral vira sobrenome. Daí, eu me pergunto “Por que e para que isso?”, “Por que sempre a mesma tecla estúpida?” e concluo “Puta burrice! Essas reações só espantam as pessoas!”.

Ah, se eu ouvisse essas perguntas e as sagradas conclusões dessa Camilla tão racional, tão espertinha e segura de si.

Ok, ok. Estou indo procurar terapia a-go-ra. :P

Mas antes quero terminar o post com uma coisa óbvia (coisa da Camilla espertinha! rs), mas que muitas vezes não conseguimos enxergar:  na grande maioria das vezes não tem como voltar atrás. Não conseguimos recuperar uma pessoa e viver situações que poderiam ser muito legais, felizes e certas.

E esse é o pior #prontocaguei de todos.

ps.: gente, super normal eu tirar sarro de mim e dessas situações, viu?

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Nem grudenta nem superpoderosa

12/06/2009

priscilaTá aí uma coisa que eu não sei como dosar. Não existe medida, nem bula, nem manual de instruções para dizer a quantidade de cada um dos elementos em um relacionamento.

Entenda como “grudenta” aquela que liga várias vezes ao dia, manda dúzias de SMS’s, dá presentes toda hora, e quer estar sempre juntinho.

Já, como “superpoderosa”, aviste uma mulher dona de si, auto suficiente, que liga pouco ou simplesmente nunca telefona, quando você disser que não pode vê-la, ela sorri confiante e responde “tudo bem, eu vou sair com as meninas então”. Ela não se entrega ao relacionamento, não é lá muito carinhosa nem sabe ao certo qual o dia dos namorados.

Eu já fui as duas coisas.

Confesso que ser a primeira — a grudenta — foi bem mais fácil, pois faz parte da minha natureza. Sou toda boazinha, prestativa, cute-cute e adoro ficar abraçadinha. Amo receber sms e ligações, não importa o horário e acabo pensando que os rapazes com os quais me relaciono também são assim.

Para ser a segunda, tenho que usar e abusar do meu lado atriz. Preciso me policiar, pensar umas 1.000 vezes antes de responder a cada “toco”, cada olhada para o lado — e o pior é sempre não telefonar, não mandar uma SMS.

Chego a guardar o celular longe de mim. Mais precisamente dentro do bolso de um casaco, no armário.

Tenho tentado bancar a superpoderosa, mas me sinto “solta”, vazia.
Preciso de carinho, de me sentir querida.

Sou  mais ou menos como aquela música do música do Caetano: “por que você me deixa tão solta, por que você não cola em mim…”

Eu tenho a melhor intenção possível, sempre… Mas daí, eu começo a virar grudenta e o final da história, vocês bem sabem: é #prontocaguei.

Beijo.

Próximo!

Pri

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Amar com a alma

10/06/2009

camillaAmar com a alma. Muitos não acreditam nisso, mas eu acredito e já amei assim. Tinha 18 anos. O relacionamento durou 4. Menos do que o amor.

O nome dele é… Bom, o nome não importa e nem muda nada. Hoje somos “amigos”. Aliás,  depois de 1o anos, ele insiste em dizer que me ama, que sempre me amou, que sou a mulher da vida dele.

Pera aí!!! DEZ anos depois?!?! Depois de tudo que sofri? Depois de tudo que passei? Que passamos…

Já amei outros? Sim, talvez. Mas nunca com a mesma intensidade. Fato. E não o amo mais.

A questão é por que acabou. Hum, vejamos.

Idade, ou melhor, a  falta dela, é igual à imaturidade. Naquela época, praticamente zero — e de ambas as partes. Depois de 4 anos ele decidiu que era muito novo. Sim, sim, éramos jovens demais. Porém, eu acreditava (ou ainda acredito? não sei) que para o amor não tem idade. E, para mim, ele era o homem da minha vida. Pensava e falava em casamento, filhos. Sonhava com ele chegando em casa e eu colocando a mesa do jantar e todas as “amelices” possíveis e imagináveis. Ganhei peças do “nosso enxoval” da mãe dele. Qualquer um surtaria, eu sei.

Ah, claro! A “culpa” não foi só dele. A “culpa” nunca é de um só. Então, vamos aos outros motivos “pés pelas mãos”!

Imaginem uma Camilla com 10 anos a menos. Imaginaram? Perfeito.

Incluam aí 10 anos A MAIS de insegurança, ciúmes exarcebado, ansiedade e medo. Essa era a Camilla com 18 aninhos. Tudo muito mais over do que hoje em dia. E o dito cujo é bonito. BEM bonito. Estilo modelete. O que fodia muito mais.

Essa mistura bombástica de imaturidade, ciúmes, impulsividade e insegurança deu no que sempre dá: caca. Terminou. Sofrimento mil.

A sorte é que passou. Sim, passa!

E melhor ainda: os níveis de todos esses sentimentos “super legais” diminuiram. E o #prontocaguei foi só mais uma experiência.

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