Vou dedicar as primeiras linhas deste texto para um pedido de desculpas a você, leitor. Primeiro pelo tempo em que demorei a dar as caras e segundo porque o texto que a dona Deka Pimenta postou deveria conter a minha colaboração. Essa que surge somente agora e que tenta amarrar a discussão em que a pequena notável (Deka) e eu tivemos sobre o suposto gringo que leciona aulas de conquista para nerds encalhados. Trocando em miúdos, minha função aqui é mostrar como é fácil não ser um loser que chupa o dedo enquanto o amigo descolado chupa a… se dá bem com a gostosa mais próxima. E o melhor, sem custo nenhum!
Assim sendo, vamos ao que interessa: revelar os segredos femininos. Um dos homens mais admirados do mundo, o pai da psicanálise, Sigmund Freud, morreu com uma dúvida que, acredito eu, não será respondida por nenhum ser humano: O que querem as mulheres? Uns dirão que nem elas mesmas sabem, outros dirão que elas querem tudo. De qualquer forma, não precisamos de uma solução para desvendar os mistérios de Vênus, afinal, é o que mais nos atrai nessa raça controversa, não é verdade? Basta, apenas, aproveitar algumas brechas nesse código complexo desenvolvido pela genética feminina que mistura independência e fantasias para adequar as diferenças de objetivos, interesses e expectativas quando se trata do amor, o jogo mais antigo e divertido já inventado pelo homem. E que as mulheres são exímias jogadoras. Acompanhe meu raciocínio.
Mulher é uma fonte de incertezas. Quer ser indepente, mas não solitária. Quer ser mãe, mas teme por perder a juventude. Quer fazer regime para ficar (mais) gostosa, mas não resiste àquela barra de chocolate durante a TPM. Se ela mesma não se entende, o que te faz pensar que é capaz de fazê-lo? Isso nos remete ao primeiro e essencial comportamento que te dá pontos com um rabo-de-saia: a sua postura. Como já contei anteriormente, homens possuem uma necessidade infindável de orgasmo, ou seja, somos capazes de trepar com qualquer buraco que encontrarmos. Já as mulheres – salvo as exceções -, não. Elas precisam admirar o possível parceiro, não importa em qual quesito. Porém, quando a moça se interessa pelo rapaz, ele entra em um grupo que costumo apelidar de “Assistidos”. Sofre uma avaliação minuciosa e cada ato, cada palavra é pontuada. Se você falou uma besteira qualquer, pimba!, tá fora do jogo. É uma porra de um cabo-de-guerra. Você elogia e ela vem para o seu lado, você fala uma asneira e ela se afasta. E assim vai até ela ganhar ou até você conquistá-la. Portanto, é importante não ser um babaca e sair falando o que não deve para quem você pretende pegar. Mesmo se você não falar besteira e ela se afastar, é importante ser frio e esperar o momento certo para investir novamente.
Isso já solidifica outro ponto importante que a mulher avalia: a inteligência. Ouço muito por aí que a inteligência é o mais atraente em um homem. Duvido que seja verdade, mas estamos aqui para vencer o adversário. E só fazemos isso jogando pelas suas regras. O que não quer dizer deixá-lo no controle da situação. E aqui é onde separa-se homens de meninos. A sociedade foi construída com uma base patriarcal, o macho como líder, o provedor, o pica, o foda. Não vamos discutir capacidade de liderança, ok? Só que essa necessidade do homem como o frente de uma situação está implícita em muitas coisas, tal como quem é o indivíduo que guia uma dança. Não seria diferente no amor e, por mais que brotem feministas para criticar, peço que atire a primeira pedra a linda que não gosta de um homem que dá condição, que cuida, que é atencioso e tudo mais. Não precisa ser romântico, já que algumas delícias por aí não curtem muita melação, mas só de mostrar que sabe o que está fazendo, é admirado. É daí que tiramos a expressão “seja homem”. Dê segurança, saiba o que falar, não seja mais sentimental do que ela, essas coisas. Ser autêntico é importante, mas ter uma característica camaleônica também. Lembre-se que no amor e na guerra vale tudo, até desafiá-la. Aliás, desafiar uma mulher é a maneira mais fácil de chamar sua atenção. E pressioná-la ao “tudo ou nada” é a mais fácil de perdê-la.
Então esta aí, dona Deborah Pimenta e caro leitor. O mapa para conquistar a mina ou as minas é composto por determinação, autoconfiança, segurança, palavras certas, atitudes certas, paciência e mais alguns itens que não explano porque, afinal de contas, eu ainda não me aposentei desse jogo e nunca o farei. Continuo na disputa e, o mais importante, acumulando vitórias.
(por Bruno Acioli)

Então, quando vejo coisas como Lingerie Day, ou ensaios sensuais bombando na internet, não acho errado, muito menos acho que as gurias em questão são vadias, porque sei como todos aqueles comentários e homens babando fazem bem pro ego.







