Arquivo de Maio, 2010

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[Off Topic] #minhamarca

30/05/2010

O post de hoje não é sobre relacionamentos amorosos, mas até tem a ver com o blog…

Que tal nos reunirmos todos numa festinha com comes, bebes, música e algumas surpresas?

Estamos organizando, para o 6 de junho (domingo), às 14h, no Atrio Pinheiros do Shopping Eldorado, em São Paulo, um flashmob para criar a #minhamarca. E é claro que ela terá a cara desse blog, né?

Mas como assim? Por quê?

Eu e mais três blogueiros fomos desafiados a criar uma digital humana bem criativa no chão do shopping. Lá do alto, alguém fará uma fotografia e a que ficar mais bacana vencerá o disputa.

E eu quero saber: posso contar com a presença de vocês?

Chamem seus seguidores, amigos, parentes… E ‘bora fazer um agito lá!

Só não se esqueçam: a minha equipe será a vermelha (de paixão, claro! Hahaha)!

Pra eu saber mais ou menos quantas pessoas vão, peço que preencham este formulário aqui. Beleza?

Ó só o vídeo que fiz pra intimar convidar vocês:

Pra vocês terem uma ideia de como será esse flashmob, o Caio Caprioli já fez a digital dele, que ficou bem bacana:

E aí? Encontro vocês por lá?

Beijos,

Lu

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Insensíveis, nós?

24/05/2010

Vocês já devem ter lido essa piadinha sem graça que vez ou outra chega às nossas caixas de e-mail:

“Contos de Fadas do Século XXI”

Era uma vez uma linda moça que perguntou a um lindo rapaz:

– Você quer casar comigo?

Ele respondeu:

– NÃO!

E a moça viveu feliz para sempre, foi viajar, fez compras, conheceu muitos outros rapazes, visitou muitos lugares, foi morar na praia, comprou outro carro, mobiliou sua casa, sempre estava sorrindo e de bom humor, nunca lhe faltava nada, bebia cerveja com as amigas sempre que estava com vontade e ninguém mandava nela.

O rapaz ficou barrigudo, careca, o pinto caiu, a bunda murchou, ficou sozinho e pobre, pois não se constrói nada sem uma MULHER.

FIM.

(Luís Fernando Veríssimo)

Acho essa piada totalmente sem graça, primeiro porque “nunca lhe faltava nada” é uma grande mentira. Todo mundo precisa de amor. Não dá pra ser feliz sozinho. Sempre haverá um espaço vazio dentro da gente, mesmo que tenhamos realizado todos os nossos objetivos. Segundo porque compras, viagens e cerveja não fazem ninguém feliz de verdade.

Mas será que as mulheres estão realmente acreditando nessa ideia? Já ouço muitas amigas dizerem que não querem se casar, que preferem cuidar da carreira, do corpo, de viagens…

Outro dia me peguei pensando “ah, agora não é hora de me envolver. Estou investindo em meus negócios, tenho muitos planos em mente e um homem agora só iria me atrapalhar”. Opa! Esta sou eu mesmo? Será que estou dispensando o amor em prol de outras coisas? Logo eu que acredito tanto em “viveram felizes para sempre”?

Tenho saído com alguns caras, mas não tenho mais sentido nada especial por eles. Eles vêm e vão da minha vida como se não tivessem feito grande diferença… Por quê? Será que é só porque simplesmente “não bateu” ou porque estou me tornando uma daquelas mulheres que sempre recriminei, que vivem o tempo todo preocupadas consigo mesmas e quando se dão conta, estão sozinhas e encalhadas?

Será que depois de tantas patadas e pés na bunda, estamos nos tornando mulheres insensíveis?

Conversando com uma amiga, chegamos à conclusão de que andamos é com preguiça. Sim, preguiça de passar por todas as etapas da conquista, do “começar a sair”, do “conhecer os amigos, a família…”, da primeira transa, de querer agradar… Preguiça de investir sem saber se vai dar em alguma coisa ou não.

Será que estamos nos acostumando com a solidão?

Eu espero que isso seja só uma fase — e que passe logo, porque não quero ser bem-sucedida na carreira, por exemplo, e um fracasso no amor. Não quero.

Beijos,

Lu

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Elas também pensam ‘naquilo’

11/05/2010

Corpo, presença, olhar, gestos, cheiro, jeito de falar, modo de andar, jeito de respirar.

Tudo isso causa arrepios. Na presença dele me desmancho toda, mas mantenho a postura. Não demonstro o que a simples presença dele me causa. Tenho certeza que é algo além da atração física, porque é muito, muito mais forte. Imagino-me em seus braços, ao seu lado, tenho tantos pensamentos quando estou ao lado dele, que minha mente se mostra muito mais fértil do que eu imaginava.

Sua simples presença paralisa meu corpo, mas faz meu cérebro trabalhar com muita intensidade, e a garota sonhadora que eu deixei de ser há um bom tempo volta a existir. São poucos minutos ao seu lado, mas o suficiente para fazer o rubor subir às bochechas, o coração disparar, a palma da mão suar e o olhar desviar quando quer ir de encontro ao dele.

Se ‘ele’ é bonito, charmoso, elegante, bem educado, rico? Não, não é. Mas é ele que tem feito comigo o que talvez tenha sentido uma ou duas vezes nessa vida: causa arrepios, suor, palpitação. Isso realmente não tem nenhuma explicação. O sujeito ‘não faz o meu tipo’, tem características físicas que nunca me chamaram atenção, mas consegue me desconcertar. Cheguei ao ponto de ter que sair de perto para não passar do limite, se é que me entendem…

Sei que uma mulher falar sobre tesão não é muito comum, afinal, ainda somos vistas como ‘fáceis’ quando expomos nossos pensamentos em relação ao sexo. Sabe, eu não me considero fácil não, porque se assim fosse, eu falava tudinho o que eu penso pra ele e acredito que ele adoraria colocar em prática.

O que sinto é tão incontrolável, que ele não precisa fazer nada para aguçar o meu pensamento mais libidinoso, basta ser ele. Em palavras é praticamente impossível explicar, mas mulheres também sentem tesão ao longo do dia, nas situações mais inesperadas.

Tem dias em que eu só penso ‘naquilo’!

Um beijo,

Pri

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