Arquivo de Setembro, 2009

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Um dia tudo se resolve

30/09/2009

MetheoroQuando você descobre (ou finalmente consegue aceitar) que gosta de alguém do mesmo sexo, um misto de emoções se encontram: felicidade, medo, angústia etc. Se essa descoberta/aceitação acontece quando você ainda mora com seus pais, então, é um Deus nos acuda! Porque, convenhamos, todos os pais e mães desse Brasil, sonham com uma vida de ouro para seus filhinhos: casamento perfeito, casinha branca com cerquinha, filhos e um trabalho bacana.

Todo pai quer ter o filho jogador de futebol (mesmo que de várzea), pegador das menininhas e o mais popular da escola. Toda mãe quer ter a filha com vestidinho rosa (sendo independente também), estudiosa, aplicada e que namore com rapazes direitos e honestos.

E quando a gente não atende a essas expectativas? E quando começa a pressão para saber porque você não tem namorada? Por que você só anda com aquele bando de amigas, ou com aquela amiga especial, pra cima e pra baixo? É normal, é comum, é do ser humano ficar encanado com isso, alguns ficam encanados para sempre — a ponto de nunca sairem do armário. Agora uma dica meu amor: Nárnia, o mundo encantado dentro do armário, é só um faz-de-conta embolorado. Tem hora que o mofo do armário cansa e, se você não tem aquela estrutura psicológica, cai.

Não, queridos leitores, não estou dizendo que o bom mesmo é sair por aí se assumindo, sair vestido de arco-íris e fazer showzinho (agarração e pegação) no meio da rua, porque até para os héteros isso é feio e meio disgusting. Estou falando que o bom da vida — ou da sua vida — é você não encanar muito com o “medo” da sociedade. Porque olha, no final das contas, quem sabe da sua vida é você e, PRINCIPALMENTE, quem paga suas contas é você (ou seu marido/namorado).

Lembro muito bem de um papinho que tive com meu primeiro boyfriend, aquele que durou 3 anos:

Ele: A gente tem que se importar com as pessoas, sim, porque a gente vive em sociedade.

Eu: Sim, mas tudo tem limite. Todo mundo tem privacidade, todo mundo tem seus próprios problemas, a gente não pode viver o tempo todo na ‘redoma’, mas ela tem que existir.

Ele: É, acho que sim.

Eu: É, sabe por quê? Porque a gente, muitas vezes, se estressa com uma besteira do tipo “fulana não pode saber de jeito nenhum sobre mim. Vai ser o fim!” e, no final, fulana já sabia há muito tempo. Tudo já estava resolvido.

Ele: É, um dia, tudo se resolve.

E se você está em dúvida sobre aquele relacionamento/caso/ rolo… ou se simplesmente deve ou não contar pra seus pais ou amigos sobre você, saiba: tudo se resolve mesmo! Até quando a gente não espera.

Palavra de gay

(Metheoro – http://twitter.com/metheoro)

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São Jorge, por favor, me empresta o dragão?

29/09/2009

Priscila Von MühlenAs coisas acontecem de maneira engraçada na vida da gente. Conhecemos pessoas que são figuras raras de se ver. Assim, era Carlos*, um rapaz de trinta e poucos anos que conheci.

Eu e minha amiga Larissa fomos encontrá-lo. Já havíamos visto Carlos por fotos e sabíamos mais ou menos o que e quem encontrar. Lá pelas 18h avistamos, no shopping, um sujeito que todo mundo olhava. Ele vestia camisa social com vários botões abertos (no melhor estilo bicheiro), cordão dourado de São Jorge no pescoço, calça jeans super justa e tênis. Não sou nenhuma personal stylist, mas não gostei da combinação.

Para nossa total surpresa, ele nos avistou e disse: “Olá meninas, eu sou Carlos”. E aí, todo o shopping passou a nos olhar, por estarmos na companhia do moço. Tudo bem, ele era super legal e o que importava, até então, era a pessoa. Mas, aos poucos, notamos mais algumas coisas…

Carlos só falava em raves, baladas e afins. O vocabulário? Bem… cheio de gírias e cada palavra que ele dizia, em voz alta e escandalosa, olhava para os lados para ver se alguém estava pretsando atenção no que ele dizia. Postura é uma coisa que ele não tinha, sentado com as pernas abertas e quase que deitado na cadeira, tomava um Red Bull, como se estivesse bebendo o whisky mais caro do lugar.

Cansadas de pagar mico, eu e Larissa pedimos para sair do lugar. Como estávamos andando de ônibus, aceitamos a carona até um bar próximo. Lá se foi Carlos até seu carro no estacionamento, e com o mesmo exibicionismo cafona, olhava para os lados para ver se as pessoas olhavam duas moças entrando no carro dele. O que eu mais queria naquela hora era que ninguém nos visse…

Carlos queixava-se de estar solteiro mas, olhando suas atitudes, seus modos à mesa, seu vocabulário, suas atividades, dava para entender perfeitamente o motivo: ele espantava as pretendentes.

Mulher não quer só homem bonito, limpinho, malhado, perfumado. Mulher quer ter com quem conversar depois da transa, quer ter alguém para poder rir das coisas da vida, alguém que se preocupe com ela e não só com seu umbigo na barriga de tanquinho (ou de chopp).

Além do mais, mulher também não quer sair com um homem que usa 4 botões da camisa aberta e deixa metade do peito aparecendo e com cordão cafona no pescoço.

Resultado do passeio: Eu e Larissa deixamos o ‘zé mané’ no bar e preferimos ir sozinhas pra casa, ao invés da companhia desagradável do novo amigo do Twitter. Nesse caso, nem clamando por São Jorge , dava pra matar o dragão… Que fique bem claro: ele não era feio, mas seu comportamento, o pior possível!

Um beijo,

Pri

Próximo!

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Vida de amante

26/09/2009

Luciana SabbagSer amante não é NADA legal. A gente vê em filmes e novelas que amantes têm muito mais privilégios e que os caras semprem largam suas esposas para ficar com as “outras”, mas isso é tudo mentira!

Morro de vergonha em dizer isso, mas já tive meus dias de amante. Não me orgulho em contar que tenho uma experiência “nessa área”, mas isso me trouxe algum aprendizado, devo admitir.

Já fui amante sem saber que era e acabei descobrindo depois. Já fui amante sabendo que era, mas só pensando em me divertir. E já fui amante sabendo disso e acreditando de verdade que o cara escolheria a mim.

Sofri em todas essas histórias — e nunca ganhei jóias, carros ou presentes caríssimos, como a gente vê nas telinhas!

No primeiro caso, eu não tive culpa. Eu resolvi vasculhar a vida do cara só depois que já estávamos envolvidos. Aí chorei, sofri, mas tomei vergonha na cara e dei-lhe um belo de um pé na bunda.

No segundo caso, eu sabia que ele era casado, mas eu estava mesmo a fim era de me divertir. Morria de tesão por ele e nem pensava em ter um relacionamento sério. Era só sexo casual. Acontece que a história foi se prolongando, prolongando… até que eu comecei a imaginar nossa vida juntos. Foi aí que eu percebi a besteira que estava fazendo. Passei a não atender mais aos “chamados” do cara e me libertei daquela vidinha.

No terceiro caso, eu caí feito um patinho todas as vezes em que ele disse que estava em processo de separação e que seu casamento ia de mal a pior. Ele também dizia que estava apaixonado por mim e que não via a hora de ficar comigo pra valer. O certo seria eu esperá-lo resolver a vida para depois me envolver. Sofri porque isso nunca aconteceu. Ele nunca deixou sua esposa para ficar comigo. Ainda bem.

Tá. Você curte a pessoa e não tem nada a ver com o casamento dela? Então vou dar 10 motivos para você largar de ser idiota e sair da vida de amante.

1 - Almoço executivo — Ah, queridinha (o), acostume-se a ir ao motel durante o dia, de preferência na hora do almoço, porque sair à noite é muito arriscado.

2 – Solteira (o) no final de semana — Sim, porque ele (ela) não pode dar bandeira e deixar de curtir a família aos sábados e domingos para ficar com você.

3 – Esqueça as datas comemorativas — Dia dos namorados? Só se for um encontrinho rápido durante a tarde. Natal, Páscoa, Reveillón? Esqueça mesmo! Ele (ela) não comemorará ao seu lado.

4 - Telefonemas agendados — Você não pode ligar para o seu caso a qualquer hora. E, se ligar em hora errada, vai ouvir, após o primeiro toque (quando ele vir seu nome no visor) o delicioso “tu tu tu tu tu tututuu. Esta ligação está sendo encaminhada para a caixa de mensagens e estará sujeita à cobrança após o sinal”.

5 - Não dê presentes — Seu caso não terá onde guardá-los (leia-se: esconder do cônjuge) e poderá até jogá-los no lixo.

6 – Compromissos desmarcados — Pode apostar que vocês vão combinar muitas coisas e muitos imprevistos (por parte do seu caso) surgirão para acabar com seus planos.

7 - Não sonhe com viagens a dois — Pelo mesmo motivo que você ficará solteira (o) aos finais de semana, viajar com você será mais difícil ainda!

8 - Atrasos — Da  mesma maneira que compromissos são desmarcados, seu caso chegará atrasado em muitos encontros porque “não conseguiu sair antes”.

9 - Esqueça os lugares “muito” públicos — É óbvio que seu caso não sairá com você em locais onde ele corre o risco de encontrar conhecidos — e como o mundo é pequeno, já viu, né?

10 - Apresentação — Se, por acaso, algum amigo do seu caso cruzá-los por aí e (se ele não te esconder embaixo da mesa ou algo parecido) ele não lhe apresentará como namorada (o). Claro! Você será uma amiga (o), colega de trabalho, etc.

Dez motivos. Fora o fato de você estar destruindo uma família que, para mim, é o que mais pesa na consciência. Se eu não lhe convenci a acabar de vez com esse relacionamento, então, deixe seu email aqui, porque eu tenho uma lista infinita dos contras de namorar alguém casado.

Beijos,

Lu

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O amor não aceita isenção

25/09/2009

Sílvia TorranoPara o relacionamento a dois dar certo, há alguns fatores importantes que facilitam o convívio: amizade, companheirismo e respeito. Claro, amor e tesão também completam o pacote, mas não é o principal. Explico: haverá uma fase na sua vida que transar será passado. Fazer carinho e conversar é possível pra qualquer um, mesmo com 105 anos.

Eu e meu marido, por exemplo, quando a gente se cruza na cozinha ou no corredor e rola “aquela” pegada, aflora o tesão. Mas todas as noites, momentos antes de dormirmos, eu deito no peito dele e recebo cafuné. Falamos sobre o trabalho, o programa da tv, de nada… Ele, que perde o amigo, mas não a piada, dá um jeito de me ver gargalhar TODOS os dias. E foi exatamente isso que me conquistou e nos aproxima de maneira intensa.

O carinho mútuo é uma coisa que teremos pra sempre. Daqui uns 25 anos, muito provavelmente, já estarei na menopausa e o tesão terá caído substancialmente. Mas ainda estaremos juntos (espero) e compartilharemos momentos de cuidado, de bem-querer.

Meninas, conquistem seu amor sem máscaras, de peito aberto (ó o duplo sentido…). Meninos, não tenham vergonha de cair de quatro diante de um grande amor. Dá medo, mas as borboletas no estômago compensam qualquer coisa. Afinal, há oportunidades que não acontecem duas vezes na vida. E é comprovado que viver intensamente esse sentimento é uma delícia, tanto que melhora a pele e o humor.

O amor não aceita isenção: é preciso que você ame demais, transe demais, queira bem demais. Não dá pra ser mais ou menos. A vida é curta demais pra gente não aproveitar os bons momentos a dois. Trabalhe para que o seu amor seja intenso. Se não for, busque outro – não é vergonha errar tentando acertar. E lembre-se de cultivar quando o tiver. Citando Vinícius de Moraes, desejo a você um amor que “seja eterno enquanto dure”, por toda a sua vida.

Palavra de casada

(Sílvia Torrano – http://twitter.com/silviatorrano)

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Por que ELAS somem?

24/09/2009

Camilla CondeNo post anterior me perguntaram por que nós mulheres sumimos. Porém, antes de responder, devo esclarecer que a minha pergunta naquele texto foi: “Por que os homens somem quando ELES decidem namorar?”. Isso ainda intriga e posso dizer que a resposta está incompleta. ;P

Enfim, pensei, analisei os comentários, conversei com amigos e, sem querer ser prepotente, acho que a resposta é bem simples, mas decidi usar os porquês que recebi para responder aos leitores.

Verdade seja dita: como os homens, nós também desencanamos depois que rola alguma coisa  que não foi exatamente como imaginávamos. E prefirimos, sim, sumir quando isso acontece. Pode acontecer de não gostarmos da pessoa em questão. De não gostarmos do beijo, da pegada, da transa. De percebemos que o cara não passa de um idiota ou de um chato.  E todos sabem que, quando isso acontece, e as coisas não são oficiais, é muito complicado sentar e conversar, explicar. Impossível falar: “Amor, você não é tudo isso.” ou “Entããão, pensei que seria diferente (leia-se melhor), sabe?”. Não dá para fazer isso e nem tem porquê, então é muito mais fácil deixar o que aconteceu na memória. Ou não!

Pode acontecer o oposto também. Tudo ter sido muito bom, mas naquele momento não querermos nada sério. Essa é a história do famoso fuck friend, o P.A., o tal “estepe” (ai, como odeio essa palavra!). Mantemos contato, falamos sobre amenidades, algumas sacanagens, desabafamos, quereremos bem, cuidar, ouvir, mas é só isso. Geralmente, o intuito é marcar uma cerveja e depois, cama.

Outro motivo que deram para o sumiço dos homens foi o medo que eles têm das mulheres. Bem, como eu disse lá, acho isso uma grande bobeira, mas a verdade é que nós mulheres também temos medo. Quer coisa pior que o medo gerado por históricos de relacionamentos fail? Além disso, há os medos que criamos dentro de nós, medos que derivam de nossas inseguranças. Mulheres também somem por medo.

Eu não vou discorrer aqui sobre o medo que todo mundo tem de se envolver, de tentar, de viver algo. Acho que já falei disso aqui milhões de vezes e já basta ser repetitiva na minha “vida offline”. O que eu quero dizer é: eu acredito que, apesar das diferenças, homens e mulheres são bem parecidos. Todos nós queremos as mesmas coisas. O que muda é o tempo de cada um.

Então, está aí a resposta do por que as mulheres somem. Como disse no início do texto, simples, né?

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Maldita carência

21/09/2009

Luciana SabbagEu me apaixono à primeira vista, na primeira palavra trocada, na primeira mensagem no celular, na primeira Direct Message no Twitter, no primeiro papo no MSN, no primeiro beijo, na primeira transa, no primeiro cafuné… Eu me apaixono muito fácil — e me apaixono sempre!

Me apaixono por homens bonitos, por homens feios, homens altos, magros, gostosões, sarados, esqueléticos. Me apaixono por homens mais velhos, homens mais novos. Me apaixono por melhores amigos, colegas de trabalho, amigos gays (!), amigos de amigos.

Dia desses me perguntei “o que todos os caras por quem eu já me apaixonei têm em comum?” — sim, porque a maioria das pessoas é atraída por um determinado “tipo” de gente. Eu não. É raro encontrar as mesmas carcaterísticas nos homens que já passaram pela minha vida. Então eu me liguei: não são eles que me atraem…

Sou canceriana e todo mundo sabe que canceriano é manhoso, chorão e… carente. Ah, a carência… Maldita companheira da minha jornada!

“O que você viu nesse cara? Ele não tem nada a ver com você!”, disse uma amiga. Realmente, ele não tinha NADA a ver comigo. Ele era grosso, estúpido, me tratava mal, nem bonitinho ele era (ou pelo menos não me atraía fisicamente). Mas eu vi que preferia estar com ele do que estar sozinha.

E mesmo estando com um cara desses, quando estou apaixonada, não tenho olhos pra ninguém. Ninguém mesmo! Minha sorte foi que ELE terminou comigo. Porque senão, eu continuaria apaixonada por ele até… sabe Deus quando!

Hoje eu já consigo diferenciar um pouco minha carência de uma paixão mesmo. Mas, vez ou outra, me pergunto se estou no caminho certo — só pra conferir.

Isso é só comigo?

Lu

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Por que eles somem?

18/09/2009

Camilla CondeEssa é uma das perguntas que mais encasqueta as mulheres.

Vocês, meninos, podem falar “Ah, sumimos por que não queremos mais comê-las” ou “Sumimos porque não queremos nada sério” ou, até mesmo, “Sumimos por que… Nhé. Somos assim!”. Ok, eu entendo.

Mas a questão é: por que alguns, aliás, muitos, somem quando a coisa está legal, fluindo, e eles dão a entender que pode dar namoro? Pior: por que os homens somem quando eles decidem namorar, tornar a coisa “séria”?

Muitas vezes, nós, mulheres, estamos tranquilas, queremos ficar nessa coisa de “fuck friend” e os meninos começam com essa historinha de “vamos namorar?”.

Vocês, meninos, podem falar “Ah, mas nenhuma mulher fica tranquila com sexo causal, fuck friends, PAs. Vocês SEMPRE querem algo a mais”. Lamento (ou não) informá-los, mas isso é mentira. Coisa da cabeça de vocês. Eu diria, até, insegurança.

Obviamente, existe mulher de todo tipo (as desesperadas, as tranquilas, as virgens, as safadas, as que mentem lascadamente que são safadas etc), como também existe N tipos de homem. Porém, existe um tipo de mulher que também só quer sexo, não quer envolvimento emocional. Aliás, eu acredito que sempre há envolvimento emocional, mesmo quando a coisa é somente sexo, mas, vejam bem, é diferente sair com alguém, ir pra cama com alguém, gostar dessa pessoa, da sua companhia e, até mesmo se preocupar com ela, de querer namorar-casar-ter filho e construir uma linda família feliz.

Só que, quando os homens falam “vamos namorar?” é tuuuudo isso que algumas mulheres imaginam. Então, se não é isso que vocês querem, fiquem de boca fechada e vão levando. É sempre bom ter alguém pra sair, dar umas risadas, beijar na boca e acabar em cama. E, sim, muitas mulheres querem e estão prontas para esse tipo situação. Não são todas, mas existem, sim, as que estão a fim da mesma coisa que vocês, meus queridos.

Então, aproveitem! E se vocês se apaixonarem e quiserem passar para o “próximo nível”, façam isso sem medo. Estejam seguros de que é isso que vocês querem. E se no final das contas vocês perceberem que não era isso mesmo que queriam, façam um favor a vocês mesmos: lembrem-se do que vocês têm no meio das pernas e honrem isso.

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Já era!

16/09/2009

Luciana SabbagDia desses, um ex-namorado que, admito, foi o cara que mais me amou na vida, me adicionou em uma rede social aí, com perfil de casal (coisa cafona!). Eu não tinha dado bola, porque ele sempre aparece com uma namorada nova e eu — sim, eu! — viro sua confidente.

Mas dessa vez… Abri o perfil e a foto era do casamento dele. Caraca! Casamento!

Sei lá, eu não tinha ciúmes dele… Mas, de repente, fiquei sem chão. Não faz um ano que ele quis voltar para mim — aliás, em março deste ano, rolou um “remember” — e, como assim, ele já está casado?

Confesso também que eu só via a possibilidade de voltar para ele quando a carência me consumia e eu lembrava o quanto era bom ser amada. Mas, ver aquelas fotos dele vestido de noivo me trouxe à mente todo um filme que criei quando estávamos juntos. Sempre falamos de casamento, de filhos… Imaginávamos como seriam nossas vidas, que carinha teriam nossas crianças, que vestido eu usaria na cerimônia… Óbvio que, depois que terminamos, nunca mais pensei nessas coisas (com outros, sim, claro!), mas me peguei imaginando-me no lugar daquela noiva.

É um egoísmo imenso da minha parte sentir ciúmes dele, eu sei, afinal, eu não queria passar o resto da minha vida com um cara cheio de problemas como ele, por mais que nos amássemos (oh yes, terminamos chorando — vou contar essa história em outro post). Mas não teve jeito: meu coração ficou apertadinho ao me dar conta de que o único cara que realmente me amou e faria qualquer coisa para ficar comigo, já arrumou outra “dona” — e agora, definitiva!

Sei que tudo isso foi só um choque. Daqui a pouco eu me acostumo com essa ideia.

Quero mais é que ele seja feliz, porque ele é o melhor homem que já conheci, com o melhor caráter e a melhor índole do mundo — e merece!

Uma hora chega a minha vez, néam? =P

Beijos,

Lu

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A gente nunca esquece…

16/09/2009

LeitoraSou a rainha da afobação. Não tenho paciência de esperar nada do que está para me acontecer.

E não poderia ser diferente na minha primeira vez.

Estávamos juntos havia sei lá quantos meses… O cara hiper paciente, me respeitando pacas, até que, um dia, o clima esquentou pra valer e eu não consegui mais me segurar. Liberei os passeios das mãos, os beijos mais abaixo (ou acima). Mãos aqui e acolá… Mas o ato não foi consumado ali. A mãe dele chegou e tivemos de nos comportar…

UAU! Que sensação. Quero mais, quero muuuuuito mais!

Naquela semana, comecei a ir à casa dele antes do trabalho. Logo cedinho, vê-lo, dar aquele amasso… O dia ficava perfeito.

Até que… Nosssaaaaaaaa! ACONTECEU!

Claro, a primeira vez de uma mulher nunca será perfeita. A dor, o desconforto, o medo, a apreensão e dentre tantas outras coisas que só nós mulheres sabemos o que é e como ocorre.

Ele foi um tremendo de um cavalheiro mas sem perder a pegada.

Hum… e onde está o #prontocaguei?!

Simples. O cara havia preparado uma noite toda especial, na casa de um amigo em comum, que não estava na cidade (mas tinha autorizado a nossa ida lá). Ele gostaria que fosse tudo especial para mim na minha primeira vez. Mas eu não quis esperar pela noite e resolvi fazer naquela manhã mesmo… Mas lembrando vocês do que disse anteriormente: estava indo na casa dele, ANTES do serviço.

Não pude curtir mais a minha primeira vez, ter o lance de ficar lá nos braços dele, ser acariciada e o pior/melhor de tudo, curtir ainda mais o momento e as carícias e até mesmo o ato em si, porque minha cabeça estava lá, a todo o tempo, preocupada com a hora em que eu teria de sair dali.

Depois de algumas vezes, conversando, ele veio me falar que sentiu que naquele dia eu nao estava curtindo. Não estava a fim, tinha ido lá só mesmo para satisfazê-lo e só. Ele até pensou em desistir pois quase achou que eu estava desinteressada, mas como rolou outras vezes por minha vontade própria, ele entendeu que foi só uma impressão.

Fiquei pensando: e se ele fosse aquele cara impulsivo, ou sei lá o quê, e resolvesse tomar uma decisão pelo que aconteceu na primeira vez?! Que ótimo que ele nos deu uma nova chance. Senão… Não sei o que poderia ter acontecido.

Fica a dica: nunca apresse nada. Ainda mais quando for sua primeira vez… Contenha-se. Perdi de ter curtido muuuuito mais o momento tão esperado da minha vida, por culpa minha mesmo! Tsc tsc tsc.

Palavra da leitora

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[Off topic] Encontrinho

16/09/2009

Luciana SabbagUm acontecimento histórico desses tinha que ser registrado!

Viajei para Porto Alegre no final de semana passado, para participar do primeiro encontro da Liga das Gurias, organizado pela Pri, e… finalmente a conheci! (Sim… éramos só amiguinhas de internet! Hahaha).

Passamos o final de semana juntas, falando besteira e passeando pela cidade.

Amei, amei, amei!

Lu e Pri

Pronto. Agora vamos voltar às nossas cagadas amorosas.

Beijos,

Lu

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