Dia desses estava conversando com algumas amigas e, para variar, estávamos reclamando falando dos homens, das mulheres, de relacionamentos, de não-relacionamentos, das merdas que fazemos etc, etc, etc.
Apesar no grau etílico da conversa, a coisa rendeu. E caiu no seguinte assunto: “relacionamentos têm prazo de validade?”. Por incrível que pareça, a grande maioria disse que sim. Foi meio unânime (e brochante) a opinião das solteironas meninas: “chega uma hora que a relação desgasta, o sentimento diminui, o tesão morre e o relacionamento acaba”.
Por aí, vocês podem imaginar que fui a “do contra”.
Penso que qualquer coisa que tenha prazo, data de validade tem um fim pré-determinado, certo? Certo. E na minha cabeça romântica e idiota, isso não se aplica ao amor, ao sentimento verdadeiro ou aos momentos que façam a vida valer a pena.
Completamente imbecil quem começa algo já pensando no fim. Ódio mortal disso.
Acho muito engraçado quando ouço uma galera enorme — homens e mulheres — reclamando que está sozinha, que ninguém quer nada com nada, que blábláblá.
Perai! Se ninguém, ao menos, tentar, ficará sozinho para todo o sempre e eu ainda duvido que alguém queira morrer sozinho. Bem, eu sei que eu não quero. E também sei que não quero ficar pulando de galho em galho como muitos falam que querem, irão e, por isso, levantam uma bandeira. Para mim, é puro papinho e a raiz disso é o medo infinito de um coração solitário.
Mas como sou uma pessoa que consegue se contradizer e mudar de idéia algumas vezes, a pergunta acaba surgindo:
– Será que é muita ingenuidade minha acreditar no amor? Acreditar que duas pessoas podem, sim, ficar juntas para sempre, se amarem, serem felizes, apesar dos pesares?
Vejam bem, não sou burra a ponto de acreditar que tudo em um relacionamento são flores. Já tive alguns e sei que todo e qualquer relacionamento tem altos e baixos. Brigas, reconciliações, paixão, traições (?), momentos mornos (eca!), vai e volta. Mas não consigo entender esse lance de “validade”.
Meu, sentimento não é queijo fresco, catso! E a tal “validade” acaba sendo mais uma desculpinha para a não entrega.
Ok. Tem de tudo nesse mundo de meu Deus. Todo tipo de gente, situações, momentos. Mas eu sou do tipo de gente que acredita que os relacionamentos que deram “errado”, simplesmente, não eram para ser. Não valiam a pena, mesmo porque, se valessem seriam atuais. E aí, vira história não pela validade e, sim, por que não eram os definitivos.
Na boa? Esse papo de validade não cola comigo. Podem falar o que quiserem, mas bato sempre na mesma tecla: amor verdadeiro dura para sempre.




Arranjei uma desculpa, e ele pediu a conta. Peguei minha bolsa, mas só para fazer charminho, né? No primeiro encontro, quem paga é o homem, óbvio! Depois tudo bem. Dei o dinheiro a ele, ele colocou-o na carteira e pagou com o cartão de crédito! Fiquei muito indignada!

Bom, agora vocês “saíram do armário” e todos na empresa sabem o que acontece quando vocês estão entre quatro paredes. Como agir?






Se vocês terminaram numa boa, sem barracos, nem nada, uma conversa civilizada entre vocês poderá acontecer mais facilmente. Mas, se rolou um puta JIU-JITSU entre vocês, pense se vale a pena voltar para uma relação onde o respeito acabou.







